NESTE SÁBADO 17/04/2010 NA ARLS ALPHA E ÔMEGA 3402 NO ORIENTE DE UBERLANDIA M.G. , FOI REALIZADO A INICIAÇÃO DE RENATO FONTES E DE RICARDO PAIVA . A SESSÃO TEVE A PRESENÇA DE 54 IRMÃOS VISITANTES DE VÁRIAS LOJAS , DE FAMILIARES E CONVIDADOS . A RECEPÇÃO FOI REALIZADA NO SALÃO DO CENTRO COMUNITÁRIO ALPHA E ÔMEGA .
domingo, 18 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
TRABALHO MAÇÔNICO A MAÇONARIA NÃO É RELIGIÃO
A Maçonaria não é uma religião
Sendo a Respeitável Loja um espaço sagrado, para os maçons, um espaço onde se executam determinados rituais (agora não em causa) e um templo, não será a Maçonaria, ela mesmo, uma religião?
Não será a fusão das várias religiões, profanas, na cultura de um único grande Arquiteto, também um movimento orgânico de criação de uma religião própria, em alternativa às várias confissões, religiões existentes? Não será esta uma forma de criar uma religião alternativa, agarrada a um lema, “profano”, da necessidade de o homem se tornar livre, honrado e mais culto, uma forma de “angariar novos membros para essa tal e hipotética nova religião?
As perguntas colocadas e as respostas que tenho para elas fazem-me lembrar uma peça processual que há muitos anos vi, escrita por um antigo, patusco e bem-humorado Advogado, uma contestação a uma ação em que eram alegados três fatos. Escreveu então o meu bem-humorado Colega:
Art. 1.º: Não.
Art. 2.º: Não.
Art. 3.º: Não.
Art. 4.º: Resumindo: não, não e não!
Já sabe M. A. quais as minhas respostas às três perguntas! Mas, obviamente que não vou ser tão sintético como o meu bem humorado Colega.
Não, a Maçonaria não é, nem pretende ser, uma religião. Não prega, não detém, não apregoa, não oferece, qualquer Salvação. A Religião é a ligação entre os homens e o Divino. A Maçonaria Regular limita-se - e muito é! - a buscar a melhoria dos homens que crêem no Divino.
A Religião é o conjunto de preceitos seguido por um crente para se ligar, ascender, ao Divino. A Maçonaria não intemedeia entre o Homem e o Divino, destina-se unicamente ao Homem, enquanto tal. É um meio, um método, um ambiente destinado a favorecer o aperfeiçoamento, a melhoria, o crescimento, dos homens crentes. Mas cada um seguindo a sua crença, a sua religião, e nos termos em que entende praticá-la.
A Maçonaria nasce na Europa cristã. É completa e absolutamente teísta e cristã, na sua origem. Perante as lutas, dissensões, querelas, entre católicos e protestantes, fez ressaltar esta simples verdade: uns e outros criam no mesmo Deus, sendo insano matarem-se uns aos aos outros em nome das suas diferentes formas de se relacionarem com o mesmo Deus. Esta base cristã demorou poucos anos a alargar-se ao judaísmo: também o Deus da religião judaica é o mesmo... E seguidamente a lógica impunha o alargamento ao islamismo: o Deus permanece o mesmo, o nome é que muda, as culturas é que divergem. E, partindo-se de uma base monoteísta, em que existe um único Deus, qualquer que seja a sua designação, racionalmente é indiferente que outras religiões (hinduísmo, por exemplo) sejam politeístas: para o monoteísta, o politeísmo mais não é do que diferentes manifestações do mesmo e único Deus...
Sobre a base teísta, acrescenta-se posteriormente e admite-se também o crente deísta, isto é, aquele que prescinde da intermediação da Revelação, da igreja, do sacerdote, na sua relação com o Divino, aquele que crê poder estabelecer essa relação sem necessidade dessa intermediação. A partir do momento em que a maçonaria se alarga até este ponto, admite no seu seio qualquer crente, qualquer que seja a sua crença individual. Deixa portanto de ser essencial qualquer conceção de Criador, do Divino. Porque reconhecida a liberdade individual de crença, é a crença individual que conta. Uma ponte a todos une: a crença de que somos mais do que mera carne e ossos e sangue e miolos, a crença que somos também, ou quiçá principalmente, espírito, que sobreviverá à extinção da chama da vida na carne, nos ossos, no sangue e nos miolos. O que essencialmente conta é portanto a crença na permanência da dimensão espiritual do Ser, chame-se ela vida para além da vida, reencarnação, ressurreição, nirvana - o que for. Assim a tónica se estende à espiritualidade, inclusiva, por exemplo, dos budistas.
Não, a Maçonaria não é uma religião. É um espaço comum de crentes em todas as religiões, organizadas ou individualmente sentidas. É um espaço comum de convívio, de fraternidade e, sobretudo, de instrumento para o aperfeiçoamento de cada um, segundo a sua crença, a sua vontade, o seu caminho.
Rituais não são exclusivos de religião. Rituais existem em muitas Tradições não religiosas (rituais de passagem, de acesso à idade adulta, por exemplo). Templo é apenas designação, nada mais.
Nada se pretende ou cria em alternativa a nada. Acentua-se o que de bom em todas as religiões existe. Mostra-se o que de essencialmente semelhante em todas elas há. Deixa-se as particularidades das diferenças para as práticas particulares de cada um. A Maçonaria não é a religião das religiões. É, se se quiser, o primeiro espaço ecuménico, em que os crentes das diversas religiões desde sempre puderam confraternizar e aperfeiçoar-se, nos aspetos comuns, sem se deixarem perturbar ou afetar pelas diferenças. É portanto um espaço em que a diferença é assumida, apreciada e valorizada. Nada se funde. Tudo se aceita no que contribui para os demais.
Não se pretende criar alternativas a nada. Dentro do quadro do que existe e do que cada um livremente crê e aceita, procura-se aproveitar de cada um o que de útil possa dar aos demais, recebendo cada um dos demais o que para si tenha de útil. Tão simples...
Tão simples afinal como o ovo de Colombo. Só que, conta a historieta, antes de Colombo ninguém se tinha lembrado de tão simples forma de pôr o ovo em pé...
Rui Bandeira
FONTE : BLOG PORTUGUÊS A PARTIR PEDRA
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quinta-feira, 25 de março de 2010
CARTA AOS IRMÃOS ALPHA E ÔMEGA
São Paulo 09 de Março de 2010
De: Mauricio Rocha Silva Lemos Para: Loja Maçônica Alpha e Ômega
De: Mauricio Rocha Silva Lemos Para: Loja Maçônica Alpha e Ômega
Meus queridos e valorosos irmãos, Há muito tempo que não tenho a oportunidade de me dirigir a vocês dentro de nosso templo, sobre nosso pavimento mosaico. Não pensem que foi por não me importar, ou por ter encontrado outros afazeres que me deixassem distantes dos desígnios de nossa Ordem. A explicação é muito mais simples. Trata-se do decurso de tempo necessário para que eu assimilasse todas as mudanças que vivi nos últimos 2 anos, ainda mais por ser um mineirinho do interior em uma selva de pedras. Gostaria de me dirigir a vocês para relatar-lhes descobertas e considerações sob as quais tenho refletido ultimamente. São Paulo é uma cidade incrível, onde tudo é mega, tão mega que nosso componente humano se torna insignificante. Já me cansei de andar de metrô e constatar que cada uma das pessoas olha para um ponto fixo diferente dentro do vagão que sai a chacoalhar de uma estação a a onde uma voz metalizada, sem vida, informa o nome do destino seguinte. Não existe interação, não existe troca apenas a passagem do tempo de um local a outro onde milhões de estranhos sequer se entreolham. Dizem que a cidade é cara, na verdade ela é para todos os bolsos pois a grande São Paulo conta com 22 milhões de vidas. O que a cidade faz é te assaltar, a cada instante. E ela não lhe rouba apenas dinheiro, ela lhe rouba algo muito mais valioso, seu tempo. São horas perdidas em trajetos intermináveis por um trânsito caótico, inescrupuloso.
São minutos que se esvaem ao aguardar em filas de restaurantes para almoçar, em estacionamentos, em ligações para atendimento junto ao setor público e até para pegar um elevador. Aqui você encontra o território dos intelectuais. Todos são politizados, têm opiniões fortes sobre quaisquer assuntos, principalmente a política. Me impressionava, quando das minhas passagens em visita pela cidade como os taxistas se mostravam atualizados politicamente. Hoje percebo que essa é a única forma dessas almas não enlouquecerem frente a tão sofrida profissão. Para sobreviverem a horas de espera no trânsito eles alimentam suas mentes, lendo periódicos como o METRO um jornal em formato de revista onde nenhuma notícia tem mais de uma página e que permite a qualquer um estar informado sobre o que tem acontecido no mundo, principalmente em São Paulo. É o conhecimento da “folha corrida”da notícia dos 15 minutos que por ser tão pequeno como instrumento de informação, acaba sendo lido inúmeras vezes e decorado pelos taxistas para espanto dos seus d esavisados passageiros. São Paulo é a terra dos gostos requintados. É tão comum o dueto “Rúcula com Tomate Seco” quanto o nosso “queijo minas com goiabada”, mas isso não é refinamento, erudição. Trata-‐se de um mercado consumidor de 22 milhões de pessoas, onde a saída para que o comerciante sobreviva está em atender a pluralidade de gostos, em procurar um nicho específico de atuação para não falir e sabemos como o ser humano, principalmente o brasileiro, pode ser criativo. Assim, desde cedo os pequenos paulistanos se acostumam com os pedidos extravagantes de seus pais, ávidos por se diferenciarem em meio a tamanha população, afinal de contas, ninguém quer ser um número nas estatísticas, concordam? Não me arrependo da decisão de vir para essa cidade, afinal de contas ela lhe abre os horizontes forçando-o a ser flexível e lidar com adversidades. Durante esses quase dois anos já viajei mais e convivi com culturas diferentes do que meu tempo de Uberlândia, v i o Norte da América, a Europa e regiões do pais que desconhecia. Outro fator de destaque é que a escolha de vir para cá, e trazer minha família não é definitiva, é contextual e pode ser mudada. Vencer os laços que me prendiam a Uberlândia é que foi difícil, retornar a minha “casa”é bem mais fácil. Nunca fui muito presente em nossas sessões, meu trabalho em Uberlândia por vezes me impediu de ser mais assíduo. Atualmente se voltasse a loja dificilmente perderia um encontro, aprendi a viver cada momento em seu tempo, a estar completamente dedicado a cada iniciativa pelo tempo em que ela dura, em resumo a saborear o tempo, que é o nosso bem mais precioso e que ao contrario do que pensava nos melhora cada vez que temos menos dele a nos servir.
Que o S.’.A.’.D.´.U.’. lhes concedam saúde, paz e toda felicidade que seus corações puderem suportar. Aproveitem o tempo em Loja, vocês não imaginam como me fazem falta e obrigado por me concederem o privilégio de me expressar para vocês. Eu vou seguindo aqui, firme, forte saudoso e esperando que a humanidade em São Paulo evolua. T.’.F.’.A.’.
Mauricio Lemos C.'.M.'.
São minutos que se esvaem ao aguardar em filas de restaurantes para almoçar, em estacionamentos, em ligações para atendimento junto ao setor público e até para pegar um elevador. Aqui você encontra o território dos intelectuais. Todos são politizados, têm opiniões fortes sobre quaisquer assuntos, principalmente a política. Me impressionava, quando das minhas passagens em visita pela cidade como os taxistas se mostravam atualizados politicamente. Hoje percebo que essa é a única forma dessas almas não enlouquecerem frente a tão sofrida profissão. Para sobreviverem a horas de espera no trânsito eles alimentam suas mentes, lendo periódicos como o METRO um jornal em formato de revista onde nenhuma notícia tem mais de uma página e que permite a qualquer um estar informado sobre o que tem acontecido no mundo, principalmente em São Paulo. É o conhecimento da “folha corrida”da notícia dos 15 minutos que por ser tão pequeno como instrumento de informação, acaba sendo lido inúmeras vezes e decorado pelos taxistas para espanto dos seus d esavisados passageiros. São Paulo é a terra dos gostos requintados. É tão comum o dueto “Rúcula com Tomate Seco” quanto o nosso “queijo minas com goiabada”, mas isso não é refinamento, erudição. Trata-‐se de um mercado consumidor de 22 milhões de pessoas, onde a saída para que o comerciante sobreviva está em atender a pluralidade de gostos, em procurar um nicho específico de atuação para não falir e sabemos como o ser humano, principalmente o brasileiro, pode ser criativo. Assim, desde cedo os pequenos paulistanos se acostumam com os pedidos extravagantes de seus pais, ávidos por se diferenciarem em meio a tamanha população, afinal de contas, ninguém quer ser um número nas estatísticas, concordam? Não me arrependo da decisão de vir para essa cidade, afinal de contas ela lhe abre os horizontes forçando-o a ser flexível e lidar com adversidades. Durante esses quase dois anos já viajei mais e convivi com culturas diferentes do que meu tempo de Uberlândia, v i o Norte da América, a Europa e regiões do pais que desconhecia. Outro fator de destaque é que a escolha de vir para cá, e trazer minha família não é definitiva, é contextual e pode ser mudada. Vencer os laços que me prendiam a Uberlândia é que foi difícil, retornar a minha “casa”é bem mais fácil. Nunca fui muito presente em nossas sessões, meu trabalho em Uberlândia por vezes me impediu de ser mais assíduo. Atualmente se voltasse a loja dificilmente perderia um encontro, aprendi a viver cada momento em seu tempo, a estar completamente dedicado a cada iniciativa pelo tempo em que ela dura, em resumo a saborear o tempo, que é o nosso bem mais precioso e que ao contrario do que pensava nos melhora cada vez que temos menos dele a nos servir.
Que o S.’.A.’.D.´.U.’. lhes concedam saúde, paz e toda felicidade que seus corações puderem suportar. Aproveitem o tempo em Loja, vocês não imaginam como me fazem falta e obrigado por me concederem o privilégio de me expressar para vocês. Eu vou seguindo aqui, firme, forte saudoso e esperando que a humanidade em São Paulo evolua. T.’.F.’.A.’.
Mauricio Lemos C.'.M.'.
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sábado, 13 de março de 2010
CURSOS OFERECIDOS PELA FRATERNIDADE FEMININA ALPHA E ÔMEGA
A FRATERNIDADE FEMININA CRUZEIRO DO SUL ALPHA E ÔMEGA , DESENVOLVE PROJETOS SOCIAIS À COMUNIDADE QUE VIZINHAM O CENTRO COMUNITÁRIO O QUAL A LOJA FAZ PARTE , SITUADO NO BAIRRO SANTO INÁCIO . SÃO OFERECIDOS ÀS INTERESSADAS CURSOS COMO BORDADO EM PEDRARIA , MANICURE , CORTE E COSTURA , DECOUPAGE ( DECORAÇÃO EM CAIXAS , VIDROS , ETC ) ENTRE OUTROS . ABAIXO SEGUE FOTOS DESSE EXCELENTE TRABALHO . PARABÉNS ÀS CUNHADAS .
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quarta-feira, 10 de março de 2010
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
NESTE DIA 09/03/2010 A LOJA MAÇÔNICA ALPHA E ÔMEGA REALIZOU UMA SESSÃO PÚBLICA EM HOMENAGEM AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER . A SESSÃO CONTOU COM A PRESENÇA DE REPRESENTANTES DE LOJAS CÔ-IRMÃS , CUNHADAS , FILHAS DE JÓ , DEMOLAYS E VISITANTES . OS NOSSOS AGRADECIMENTOS A TODOS QUE NOS PRESTIGIARAM NESSA DATA .
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
TRABALHO MAÇÔNICO RITO BRASILEIRO
RITO BRASILEIRO
Origem: Wikipédia .
O Rito Brasileiro foi reconhecido e incorporado oficialmente pelo Grande Oriente do Brasil em 1914, quando era Grão-Mestre Lauro Sodré.
Teve curta duração inicial, ficando sem uso até meados da década de 1940. De 1940 até a década de 1960, houve várias tentativas de reerguer o Rito, porém sem sucesso. Somente em 1968, sendo Grão-Mestre o professor Álvaro Palmeira, este Rito foi regularizado, sendo praticado por várias Lojas até aos dias atuais.
Adota a legenda Urbi et Orbi (até então usada privativamente pela Igreja Romana), que significa sua atuação nacional e internacional.
Tal como o Rito Escocês Antigo e Aceito, adota o sistema de 33 graus em seus ensinamentos, com três graus simbólicos e trinta graus filosóficos, mas com a diferença de que seus graus ditos filosóficos estudam temas atuais e relevantes.
• É um Rito Regular, já que acata os Landmarques e demais princípios tradicionais da Maçonaria, e os usos e costumes antigos. Com isso, pode ser praticado em qualquer país. Proclama a glória e a fraternidade dos homens, e estabelece, durante as sessões, a presença das três Grandes Luzes: o Livro da Lei Sagrada, o Esquadro e o Compasso, e emprega os símbolos da construção universal.
• Sua base é a Maçonaria Simbólica universal(graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre). Sobre ela se eleva a Hierarquia de 30 Altos Graus (no grau 4 ao 33).
• O Rito Maçônico Brasileiro ou o Rito da Maçonaria Renovada, concilia a Tradição com a Evolução, para que, assim, a Maçonaria não se torne uma força esgotada.
Especializa-se no cultivo da Filosofia, Liturgia, Simbologia, História e Legislação maçônicas e estuda todos os grandes problemas nacionais e universais com implicações ou conseqüências no futuro da Pátria e da Humanidade. Realiza a indispensável cultura doutrinário-maçônica e também a cultura político-social dos Obreiros.
• Impõe a pratica do Civismo em cada Pátria, porque a Maçonaria é supranacional, mas não pode ser desnacionalizante.
• O Rito Brasileiro também chamado de Rito Maçônico Perene, conviverá fraternalmente com todos os Ritos Regulares, através da intervisitação e da interfiliação. O Rito exige dos Obreiros a Vida Reta e o Espírito Fraterno e suas legendas são: - URBI ET ORBI e HOMO HOMINI FRATER.
Origem: Wikipédia .
O Rito Brasileiro foi reconhecido e incorporado oficialmente pelo Grande Oriente do Brasil em 1914, quando era Grão-Mestre Lauro Sodré.
Teve curta duração inicial, ficando sem uso até meados da década de 1940. De 1940 até a década de 1960, houve várias tentativas de reerguer o Rito, porém sem sucesso. Somente em 1968, sendo Grão-Mestre o professor Álvaro Palmeira, este Rito foi regularizado, sendo praticado por várias Lojas até aos dias atuais.
Adota a legenda Urbi et Orbi (até então usada privativamente pela Igreja Romana), que significa sua atuação nacional e internacional.
Tal como o Rito Escocês Antigo e Aceito, adota o sistema de 33 graus em seus ensinamentos, com três graus simbólicos e trinta graus filosóficos, mas com a diferença de que seus graus ditos filosóficos estudam temas atuais e relevantes.
• É um Rito Regular, já que acata os Landmarques e demais princípios tradicionais da Maçonaria, e os usos e costumes antigos. Com isso, pode ser praticado em qualquer país. Proclama a glória e a fraternidade dos homens, e estabelece, durante as sessões, a presença das três Grandes Luzes: o Livro da Lei Sagrada, o Esquadro e o Compasso, e emprega os símbolos da construção universal.
• Sua base é a Maçonaria Simbólica universal(graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre). Sobre ela se eleva a Hierarquia de 30 Altos Graus (no grau 4 ao 33).
• O Rito Maçônico Brasileiro ou o Rito da Maçonaria Renovada, concilia a Tradição com a Evolução, para que, assim, a Maçonaria não se torne uma força esgotada.
Especializa-se no cultivo da Filosofia, Liturgia, Simbologia, História e Legislação maçônicas e estuda todos os grandes problemas nacionais e universais com implicações ou conseqüências no futuro da Pátria e da Humanidade. Realiza a indispensável cultura doutrinário-maçônica e também a cultura político-social dos Obreiros.
• Impõe a pratica do Civismo em cada Pátria, porque a Maçonaria é supranacional, mas não pode ser desnacionalizante.
• O Rito Brasileiro também chamado de Rito Maçônico Perene, conviverá fraternalmente com todos os Ritos Regulares, através da intervisitação e da interfiliação. O Rito exige dos Obreiros a Vida Reta e o Espírito Fraterno e suas legendas são: - URBI ET ORBI e HOMO HOMINI FRATER.
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
INICIAÇÃO DAS FILHAS DE JÓ
NESTE ULTIMO DIA 30/01/2010 NO TEMPLO DA LOJA MAÇÔNICA ALPHA E ÔMEGA , COM A PRESENÇA DE IRMÃOS DE VÁRIAS LOJAS , DE DEMOLAYS E DA APJ ( ORDEM PARAMAÇÔNICA JUVENIL MIXTA ) FOI REALIZADO A INICIAÇÃO DE 06 NOVAS INTEGRANTES DA ORDEM INTERNACIONAL DAS FILHAS DE JÓ E DA TROCA DA DIRETORIA PARA O PRIMEIRO SEMESTRE DE 2010 . A HONORÁVEL RAINHA RAIRA DIAS PRESIDIU COM SUCESSO A SESSÃO DE INICIAÇÃO E DEPOIS PASSOU O CARGO PARA A NOVA HONORÁVEL LAIS CAIXETA , QUE ASSUIMIU COM A SUA DIRETORIA .
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sábado, 23 de janeiro de 2010
INSTITUIDO O DIA DO DEMOLAY 18 DE MARÇO
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 12.208, DE 19 DE JANEIRO DE 2010.
Institui o Dia do DeMolay.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA : Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o Fica instituído o Dia do DeMolay, a ser comemorado, anualmente, no dia 18 de março.
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 19 de janeiro de 2010; 189o da Independência e 122o da República
LUIZ INACIO LULA DA SILVA
PARABÉNS AOS NOSSOS SOBRINHOS
CRÉDITOS AO NOSSO IRMÃO DÉLCIO PEREIRA
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 12.208, DE 19 DE JANEIRO DE 2010.
Institui o Dia do DeMolay.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA : Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o Fica instituído o Dia do DeMolay, a ser comemorado, anualmente, no dia 18 de março.
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 19 de janeiro de 2010; 189o da Independência e 122o da República
LUIZ INACIO LULA DA SILVA
PARABÉNS AOS NOSSOS SOBRINHOS
CRÉDITOS AO NOSSO IRMÃO DÉLCIO PEREIRA
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
FUNDADORES E EX VENERÁVEIS ARLS ALPHA E ÔMEGA
A ARLS ALPHA E ÔMEGA 3402 FOI FUNDADA EM 07/09/2001, ABAIXO A GALERIA DOS FUNDADORES E DOS EX-VENERÁVEIS .
GALERIA DE FUNDADORES
Aldo Borges de Freitas
Aluiz Francisco de Souza
Amintas Araújo Xavier
André Luiz Borges
Ângelo Contino
Antonio Farah
Antonio Rony Henriques ( In Memória )
Arlindo de Melo Filho
Custódio Dias de Oliveira
Edson Divino de Queiroz
Edson Alves
Erecri Humberto de Queiroz
Eurípides Martins da Costa
Hermilon Miranda Mota
Hiran Soresini Filgueiras ( In Memória )
Irineo de Paula Waismann
José Antonio de Souza Alves
José Rubens Buiatti
Juarez Antonio Dias
Julio da Costa Mauro
Klinger Porfírio Alves
Marco Aurélio dos Santos Barros
Marcos Aurélio Ferreira P. Silva
Mário Lúcio Salum
Mauro de Souza
Ramon Tadeu Carvalho Bucci
Ricardo Ochoa de Oliveira
Sílvio Rosa Junior
GALERIA DE EX-VENERÁVEIS
ALDO BORGES DE FREITAS
ANTONIO RONY HENRIQUES
EDSON ALVES
2005 - 2007
2007 – 2009
GALERIA DE FUNDADORES
Aldo Borges de Freitas
Aluiz Francisco de Souza
Amintas Araújo Xavier
André Luiz Borges
Ângelo Contino
Antonio Farah
Antonio Rony Henriques ( In Memória )
Arlindo de Melo Filho
Custódio Dias de Oliveira
Edson Divino de Queiroz
Edson Alves
Erecri Humberto de Queiroz
Eurípides Martins da Costa
Hermilon Miranda Mota
Hiran Soresini Filgueiras ( In Memória )
Irineo de Paula Waismann
José Antonio de Souza Alves
José Rubens Buiatti
Juarez Antonio Dias
Julio da Costa Mauro
Klinger Porfírio Alves
Marco Aurélio dos Santos Barros
Marcos Aurélio Ferreira P. Silva
Mário Lúcio Salum
Mauro de Souza
Ramon Tadeu Carvalho Bucci
Ricardo Ochoa de Oliveira
Sílvio Rosa Junior
GALERIA DE EX-VENERÁVEIS
ALDO BORGES DE FREITAS
2005 - 2007
2007 – 2009
sábado, 16 de janeiro de 2010
MAÇONARIA NO FANTÁSTICO
O SERENÍSSIMO GRÃO MESTRE WALDEMAR ZVEITER DA GRANDE LOJA MAÇÔNICA DO RIO DE JANEIRO FALOU SOBRE A NOSSA ORDEM PARA O FANTÁSTICO DIA 03/01/2010 .
ABAIXO O VÍDEO
ABAIXO O VÍDEO
domingo, 27 de dezembro de 2009
CARTA DO AUTOR DO LIVRO O SÍMBOLO PERDIDO À MAÇONARIA
Carta de Dan Brown à Maçonaria Americana.
Dan Brown, autor de “O Código da Vinci” e do recém lançado “O Símbolo Perdido” enviou uma carta à Maçonaria de Washington, capital dos EUA. A notícia pode parecer publicidade ou lenda, dessas típicas da internet, mas não é. O que confere credibilidade a ela é o fato de que o Pietre-Stones - Fremasons Magazine, um dos mais respeitáveis sites sobre a Maçonaria em todo o mundo, publicou um fac-símile de mencionada correspondência. Nela, Brown justifica sua ausência na reunião para a qual foi convidado, a Sessão Bi-anual do “Ancient Accepted Scottish Rite”(equivalente ao REAA no Brasil), da Jurisdição Sul de Washington.
Recebi a informação por e-mail e, a principio desconfiei, pois em seu mais recente romance, O Símbolo Perdido, Dan Brown coloca os maçons e a maçonaria no centro da trama. Assim sendo, dadas as cifras enormes das vendas de seus livros, a notícia poderia ser um simples golpe de publicidade, não necessariamente do autor, mas de qualquer um envolvido na cadeia editorial.
Veja aqui a cópia da correspondência e a tradução logo abaixo:
( CLIQUE NO TEXTO PARA AMPLIÁ-LO )
É uma grande honra para mim ser convidado a saudá-los mediante esta carta. Esperava poder estar com vocês esta noite pessoalmente, porém o lançamento do meu livro “O símbolo perdido” me manteve longe de Washington.
Nas últimas semanas, como poderiam imaginar, me preguntaram várias vezes o que me atraiu tanto dos maçons como para fazer deles o ponto central do meu novo livro. Minha resposta é sempre a mesma: “Em um mundo onde os homens batalham a propósito de qual definição de Deus é a mais acertada, não acho palavras para expressar adequadamente o profundo respeito e admiração que sinto por uma organização na qual homens de crenças diferentes são capazes de “partilhar o pão juntos” num laço de fraternidade, amizade e camaradagem."
Por favor, aceitem meus humildes agradecimentos pelo nobre exemplo que constituem para a Humanidade. É o meu sincero desejo de que a comunidade maçônica reconheça “O Símbolo Perdido” como o que na realidade é: um intento honrado de explorar reverentemente a história e a beleza da Filosofia Maçônica.
Sinceramente,
Dan Brown
CRÉDITOS DO BLOG MICTMR
Dan Brown, autor de “O Código da Vinci” e do recém lançado “O Símbolo Perdido” enviou uma carta à Maçonaria de Washington, capital dos EUA. A notícia pode parecer publicidade ou lenda, dessas típicas da internet, mas não é. O que confere credibilidade a ela é o fato de que o Pietre-Stones - Fremasons Magazine, um dos mais respeitáveis sites sobre a Maçonaria em todo o mundo, publicou um fac-símile de mencionada correspondência. Nela, Brown justifica sua ausência na reunião para a qual foi convidado, a Sessão Bi-anual do “Ancient Accepted Scottish Rite”(equivalente ao REAA no Brasil), da Jurisdição Sul de Washington.
Recebi a informação por e-mail e, a principio desconfiei, pois em seu mais recente romance, O Símbolo Perdido, Dan Brown coloca os maçons e a maçonaria no centro da trama. Assim sendo, dadas as cifras enormes das vendas de seus livros, a notícia poderia ser um simples golpe de publicidade, não necessariamente do autor, mas de qualquer um envolvido na cadeia editorial.
Veja aqui a cópia da correspondência e a tradução logo abaixo:
( CLIQUE NO TEXTO PARA AMPLIÁ-LO )
06 de outubro de 2009
Aos Convidados da Jurisdição Sul.É uma grande honra para mim ser convidado a saudá-los mediante esta carta. Esperava poder estar com vocês esta noite pessoalmente, porém o lançamento do meu livro “O símbolo perdido” me manteve longe de Washington.
Nas últimas semanas, como poderiam imaginar, me preguntaram várias vezes o que me atraiu tanto dos maçons como para fazer deles o ponto central do meu novo livro. Minha resposta é sempre a mesma: “Em um mundo onde os homens batalham a propósito de qual definição de Deus é a mais acertada, não acho palavras para expressar adequadamente o profundo respeito e admiração que sinto por uma organização na qual homens de crenças diferentes são capazes de “partilhar o pão juntos” num laço de fraternidade, amizade e camaradagem."
Por favor, aceitem meus humildes agradecimentos pelo nobre exemplo que constituem para a Humanidade. É o meu sincero desejo de que a comunidade maçônica reconheça “O Símbolo Perdido” como o que na realidade é: um intento honrado de explorar reverentemente a história e a beleza da Filosofia Maçônica.
Sinceramente,
Dan Brown
CRÉDITOS DO BLOG MICTMR
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
TRABALHO MAÇÔNICO
A FESTA DO SOLSTÍCIO DE DEZEMBRO
A 21 de dezembro ocorre o solstício de inverno, o dia mais curto do ano no hemisfério norte. A partir daqui, dia a dia, o dia ganha mais uns minutos. Ao fim de um mês, mais coisa menos coisa, é uma hora de Sol a mais - o que faz a sua diferença e é notado.Desde tempos imemoriais que a Humanidade celebra este dia, este período. À angústia de ver cada dia o Sol (a primeira divindade do homem primitivo) a desaparecer mais cedo e por mais tempo, dando lugar às trevas e ao frio da noite, sucede-se, a partir do solstício, o alívio de notar que o processo se inverte, que cada dia nos traz um pouco mais de tempo de luz.
Desde os primitivos tempos que a humanidade celebra esta ocasião, ligando o receio de ver desaparecer, esvair-se, o Sol ao outro grande receio primitivo do bicho-homem, o do seu desaparecimento físico, a morte, e anunciando a esperança de que a vitória do Sol sobre as trevas que, a partir do solstício, sensivelmente se vê, dia a dia, simbolize também a vitória sobre a morte, numa esperada, ansiada, ressurreição.
O solstício de inverno marca, no ciclo da vida e das estações, a decadência como meio, como etapa, como estágio, para a recuperação, o renascer, o reflorescer, que virá a ter o seu clímax por alturas do equinócio da primavera.
Assim é, ano a ano. Assim desde os tempos do Homem Primitivo, se assinala o período. O mito de Osíris é talvez, da Antiguidade, a sua variante mais conhecida. Nos dias de hoje, permanecem as celebrações da época. As religiões reservam uma festividade para este período, em consonância com o primitivo sentir do bicho-homem.
Na religião judaica, celebra-se o Hanukkah, festividade que comemora a rededicação do Templo de Jerusalém, no tempo da Revolta dos Macabeus, no século II a. C.. Celebra-se durante oito noites, com início no vigésimo quinto dia do mês Kislev, que é o terceiro mês do ano civil e o nono mês do ano eclesiástico do calendário hebreu e que, no calendário gregoriano, aquele que usamos presentemente no nosso dia a dia, ocorre entre finais de novembro e finais de dezembro.
Nas religiões cristãs, celebra-se o Natal, o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste facto com a oficialização da comemoração do Natal.
Esta época é também assinalada, por todo o mundo cristão, pela Árvore de Natal e pelo Presépio. Acredita-se que a tradição da Árvore de Natal começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem, que Lutero reproduziu com ramos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta. Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que emigraram para a América durante o período colonial, e daí difundida um pouco por todo o Mundo. O presépio mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII.
A época é de festa, de recolhimento familiar, no fundo de relembrança dos valores que fazem a vida valer a pena ser vivida. Solstício, Hanukkah, Natal, seja como se festeje, deve ser uma época em que nos recolhemos ao interior de nós mesmos e nos reunimos com os nossos, fortalecendo a noção de que é em conjunto, em família, no nosso grupo central, que a vida deve ser vivida, em paz e harmonia.
Festejemos .
A todos, Boas Festas!
Rui Bandeira
Fontes:
Wikipedia: Hanukkah
Wikipedia: Kislev
Professor Gabriel Campos de Oliveira: Origem do Natal e o significado da comemoração .
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TRABALHOS APRESENTADOS
domingo, 20 de dezembro de 2009
MENSAGEM A FAMÍLIA ALPHA E ÔMEGA
SEGUE ABAIXO UMA MENSAGEM DO NOSSO VENERÁVEL MESTRE , DA PRESIDENTE DA FRATERNIDADE FEMININA E DA DIRETORIA 2009/2011 .PEÇO DESCULPA A TODOS QUE PORVENTURA NÃO TENHAM APARECIDO NAS FOTOS , NÃO ERA A MINHA VONTADE . QUE O GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO NOS DÊ PRINCIPALMENTE ESPERANÇA PARA ENFRENTARMOS TODOS OS OBSTÁCULOS DE 2010 .
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FRATERNIDADE FEMININA,
ORDEM MAÇÔNICA
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
CONFRATERNIZAÇÃO DE FINAL DE ANO DA ALPHA E ÔMEGA
FOI REALIZADA EM CLIMA DE MUITA DESCONTRAÇÃO NESTE DOMINGO ( 14/12 ) , A FESTA DE FINAL DE ANO DA ARLS ALPHA E ÔMEGA . COM A COLABORAÇÃO DE TODOS OS MEMBROS E EM ESPECIAL DA FRATERNIDADE FEMININA NA PESSOA DE SUA PRESIDENTE MARTA , ESTIVERAM REUNIDOS NO SALÃO DA NOSSA CUNHADA ALICE E DO NOSSO IRMÃO IRINEO WAISMANN ( ROYAL HOST BUFFET E DECORAÇÃO ) TODA A FAMÍLIA ALPHA E ÔMEGA .
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FESTAS E COMEMORAÇÕES
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
TRABALHO APRESENTADO EM LOJA IR. ALDO BORGES
ARMADILHA AMBIENTAL
Ir. Aldo Borges
O homem foi feito simples.
E na sua vida simplória,
Contemplava o sol e o céu,
...Admirava os dois;
Fugia do relâmpago e do trovão,
...Temia os dois;
Caçava os bichos e as mulheres,
...Comia os dois.
E obedecendo a uma ordem de Deus,
Cresceu e se multiplicou.
E cercou pedaços de chão,
Aos quais passou chamar de seus.
E derrubou árvores, e cavou fosso,
Para comer o pão
Com o suor do próprio rosto.
E plantou a primeira idéia
Da divisão dos espaços.
E eliminando os esparsos,
Criou a primeira herdade,
E com ela a produtividade.
Foi assim se organizando
Tentando sair do caos,
Que o homem criou as leis
Na busca da igualdade,
Criando a primeira célula
Que se chamou sociedade.
E cresceu e se multiplicou.
E junto com ele se multiplicou também
A necessidade de sobrevivência.
E avançou sobre os recursos naturais,
Desenvolveu a tecnologia e a ciência,
E dominou o planeta de forma tal,
Que acabou criando para si mesmo
Uma armadilha ambiental.
Se não fossem os ambiciosos
Que querem mais que precisam;
Se não fossem os progressistas
Que querem atingir o céu,
A terra estaria a salvo
No cosmos, bailando ao leu?
Que não se culpe ninguém pelo desastre global.
Nem Deus, nem o homem, nem a sociedade.
Que não se culpe também ao consumo e à pesquisa,
Nem a tecnologia de absoluta necessidade.
Os planetas se transformam
Quando atingem certa idade.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
BAZAR BENEFICENTE DA FRATERNIDADE FEMININA ALPHA E ÔMEGA
NESTE SÁBADO ( 05/12 ) FOI REALIZADO NO SALÃO DO CECOM ( CENTRO COMUNITÁRIO ALPHA E ÔMEGA ) UM BAZAR BENEFICENTE DA FRATERNIDADE FEMININA CRUZEIRO DO SUL ALPHA E ÔMEGA . OS TRABALHOS CONTARAM COM A PRESENÇA DE VÁRIAS FRATERNAS , QUE LEVARAM AOS MORADORES DAS COMUNIDADES VIZINHAS , A OPORTUNIDADE DE ADQUIRIREM ARTIGOS, ROUPAS E CALÇADOS DE QUALIDADE .
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
LOJA MAÇÔNICA OBREIROS DA LUZ 3787 OR.'.UBERLANDIA M.G.
NESTE ULTIMO DOMINGO (29/11). A ARLS OBREIROS DA LUZ 3787 REALIZOU NO SALÃO DO CENTRO COMUNITÁRIO ALPHA E ÔMEGA O 1º. ALMOÇO CHINÊS . O SALÃO RECEBEU DECORAÇÃO TÍPICA E OS OBREIROS DESSA OFICINA , TRABALHARAM PARA OFERECEREM UM MOMENTO ÍMPAR PARA A FAMÍLIA MAÇÔNICA QUE COMPARECEU A ESSE EXCELENTE EVENTO . PARABÉNS AO VENERÁVEL MAURÍCIO VILELA , SUA DIRETORIA E TODO QUADRO DE OBREIROS .
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LOJAS CÔ-IRMÃS
domingo, 29 de novembro de 2009
TEMPLOS MAÇÔNICOS PELO MUNDO
MATÉRIA ENVIADA PELO IRMÃO DÉLCIO PEREIRA
ABAIXO A RELAÇÃO DOS TEMPLOS :
GL do Texas – Estados Unidos Loja Aguessou Autel – France
Grande Loja do Japão -
Um dos Templos do GO de France
Templo Corintio GL Londres Templo 03 GO de France
GL Londres Templo Gótico Templo No. 4 – GO de France
Templo Egípcio GL de Londres GL Londres outro Templo
Grande Oriente da Itália
Outro Templo Hall de entrada da GL de France
Loja azul GL de Londres Loja Normanda
Newquay_lrge GL Londres Templo Oriental
GL de Londres Renassence Saltash Irg
Scotch Hall St Austell Irge
GL da Colômbia – Templo Templo Amália na Alemanha
Templo Vue de Cote - França
ABAIXO A RELAÇÃO DOS TEMPLOS :
GL do Texas – Estados Unidos Loja Aguessou Autel – France
Grande Loja do Japão -
Um dos Templos do GO de France
Templo Corintio GL Londres Templo 03 GO de France
GL Londres Templo Gótico Templo No. 4 – GO de France
Templo Egípcio GL de Londres GL Londres outro Templo
Grande Oriente da Itália
Outro Templo Hall de entrada da GL de France
Loja azul GL de Londres Loja Normanda
Newquay_lrge GL Londres Templo Oriental
GL de Londres Renassence Saltash Irg
Scotch Hall St Austell Irge
GL da Colômbia – Templo Templo Amália na Alemanha
Templo Vue de Cote - França
domingo, 22 de novembro de 2009
ORDEM DEMOLAY
NESTE ULTIMO SÁBADO ( 21/11 ) NO CAPITULO LUZ DO ORIENTE II , FOI REALIZADA A ELEVAÇÃO AO GRAU DEMOLAY DE DOIS SOBRINHOS DE NOSSA LOJA . O SOBRINHO ANTONIO MARTINS MATEUS ( FILHO IRMÃO CLÉSIO MATEUS ) E DO SOBRINHO LUCAS FURNIEL ( SOBRINHO IRMÃO LINDOMAR FURNIEL ) , TAMBÉM FOI REALIZADA SESSÃO DE INICIAÇÃO NO CAPÍTULO UBERLANDIA , ONDE NOSSOS IRMÃOS ADEMAR SEBASTIÃO , ERECRI QUEIROZ E JOÃO BATISTA DE OLIVEIRA FAZEM PARTE DO CONSELHO .PARABÉNS A ESSA ORDEM E AOS IRMÃOS QUE TEM LEVADO SEU APOIO AOS NOSSOS QUERIDOS SOBRINHOS .
Jacques DeMolay nasceu em Vitrey, na França, no ano de 1244. Pouco se sabe de sua família ou sua primeira infância. Sabe-se que na idade de 21 anos, ele tornou-se membro da Ordem dos Cavaleiros Templários
A Ordem participou destemidamente de numerosas Cruzadas, e o seu nome era uma palavra de ordem de heroísmo, quando, em 1298, DeMolay foi eleito Grão Mestre. Era um cargo que o classificava como e muitas vezes acima de grandes lordes e príncipes. DeMolay assumiu o cargo numa época em que a situação para a Cristandade no Oriente estava ruim. Os infiéis sarracenos haviam conquistado os Cavaleiros das Cruzadas e capturado a Antioquia, Trípoli, Jerusalém e Acre. Restaram somente os "Cavaleiros Templários" e os "Hospitalários" para confrontarem-se com os sarracenos. Os Templários, com apenas uma sombra de seu poder anterior, se estabeleceram na ilha de Chipre, com a esperança de uma nova Cruzada. Porém, as esperanças de obterem auxílio da Europa foram em vão pois, após 200 anos, o espírito das Cruzadas havia-se extinguido.
Os Templários foram fortemente entrincheirados na Europa e Grã-Bretanha, com suas grandes casas, suas ricas propriedades, seus tesouros de ouro; seus líderes eram respeitados por príncipes e temidos pelo povo, porém não havia nenhuma ajuda popular para eles em seus planos de guerra. Foi a riqueza, o poder da Ordem, que despertou os desejos de inimigos poderosos e, finalmente, ocasionou sua queda.
Em 1305, Felipe, o Belo, então Rei de França, atento ao imenso poder que teria se ele pudesse unir as Ordens dos Templários e Hospitalários, conseguindo um titular controle, procurou agir assim. Sem sucesso em seu arrebatamento de poder, Felipe reconheceu que deveria destruir as Ordens, a fim de impedir qualquer aumento de poder do Sumo Pontificado, pois as Ordens eram ligadas apenas à Igreja.
O ano de 1305 encontra a Ordem dos Cavaleiros do Templo e a Ordem dos Hospitalários sediados na ilha de Chipre, pois os muçulmanos haviam retomado a Terra Santa. Ansiavam por uma última Cruzada, que jamais ocorreu. O rei da França Felipe de Valois, conhecido como “Felipe o Belo”, concebeu um plano voltado a apoderar-se da enorme riqueza dos Templários e ter perdoada sua enorme dívida para com a Ordem e assim amealhar recursos para seus projetos temporais de ampliação territorial sobre a Inglaterra. Para tanto precisava da aquiescência do papa Clemente V (Bernardo de Goth, ex-arcebispo de Bordeaux) que, imediatamente, concebeu o plano de unificar as duas Ordens rivais, ou subordinar todos aos Hospitalários. Convocou os dois Grãos Mestres de ambas as Ordens a um encontro em Paris. O Grão Mestre dos Hospitalários deu uma desculpa convincente e faltou ao encontro. Jacques De Molay, Grão Mestre dos Templários, então contando quase 70 anos de idade, compareceu ao encontro com dois documentos: um plano detalhado para uma nova Cruzada (que presumia ser o principal motivo da convocação) e um arrazoado explicando as diferenças e motivos que considerava relevantes para manter Templários e Hospitalários como ordens distintas.
De Molay foi recebido com todas as honras em Paris. Durante dois anos – período durante o qual Felipe de Valois ficou de apresentar sua decisão final sobre os dois documentos trazidos por Jacques De Molay – Guilherme de Nogaret, ministro de Felipe “o Belo”, arquitetou o plano para aprisionar a um só tempo todos os Templários em todos os pontos da Europa. Foram expedidas cartas lacradas aos senescais (líderes políticos e religiosos locais) de todas as paróquias com ordens expressas de somente abri-las a 12 de setembro de 1307. Naquela data, Jacques De Molay contava-se entre os maiores nobres da Europa a carregarem o caixão da princesa Catarina, falecida esposa do irmão do rei Felipe, Carlos de Valois. No mesmo momento em que o Grão Mestre dos Templários participava deste solene evento fúnebre em companhia dos nobres, não havia meios que lhe permitissem saber da trama, menos ainda do conteúdo das cartas que, abertas, tornariam a sexta-feira 13 (naquele caso de setembro de 1307) o dia mais aziago do ano: 15 mil homens (o número total de Cavaleiros Templários) deveriam ser aprisionados em grilhões especialmente confeccionados e despachados a todos os pontos com esta finalidade.
DeMolay e milhares de outros Templários foram presos e atirados em calabouços. Foi o começo de sete anos de celas úmidas e frias e torturas desumanas e cruéis para DeMolay e seus cavaleiros. Felipe forçou o Papa Clemente V a apoiar a condenação da Ordem, e todas as propriedades e riquezas foram transferidas para outros donos. O Rei forçou DeMolay a trair os outros líderes da Ordem e descobrir onde todas as propriedades e os fundos poderiam ser encontrados. Apesar do cavalete e outras torturas, DeMolay recusou-se.
Finalmente, em 18 de março de 1314, uma comissão especial, que havia sido nomeada pelo Papa, reuniu-se em Paris para determinar o destino de DeMolay e três de seus Preceptores na Ordem. Entre a evidência que os comissários leram, encontrava-se uma confissão forjada de Jacques DeMolay há seis anos passados. A sentença dos juizes para os quatro cavaleiros era prisão perpétua. Dois dos cavaleiros aceitaram a sentença, mas DeMolay não; ele negou a antiga confissão forjada, e Guy D'Avergnie ficou a seu lado. De acordo com os costumes legais da época, isso era uma retratação de confissão e punida por morte. A comissão suspendeu a seção até o dia seguinte, a fim de deliberar. Felipe não quis adiar nada e, ouvindo os resultados da Corte, ele ordenou que os prisioneiros fossem queimados no pelourinho naquela tarde.
Quando os sinos da Catedral de Notre Dame tocavam ao anoitecer do dia 18 de março de 1314, Jacques DeMolay e seu companheiro foram queimados vivos no pelourinho, numa pequena ilha do Rio Sena, destemidos até o fim. Apesar do corpo de DeMolay ter perecido naquele dia, o espírito e as virtudes desse homem, para quem a Ordem DeMolay foi denominada, viverão para sempre.
"Embora o corpo de DeMolay tivesse sucumbido aquela noite, seu espírito e suas virtudes pairam sobre a Ordem DeMolay, cujo nome em sua homenagem viverá eternamente."
Jacques DeMolay, com 70 anos, durante sua morte na fogueira intimou aos seus três algozes, a comparecer diante do tribunal de Deus, e amaldiçoando-os, bem como aos descendentes do Rei da França, Filipe "O Belo":
Pré-requisitos para ser membro de um Capítulo DeMolay
1. Ter menos de 21 e pelo menos 12 anos de idade completos;
2. Professar sua crença em Deus e reverenciar Seu Santo Nome;
3. Afirmar lealdade a seu País e respeito à Bandeira Nacional;
4. Aderir à prática de moral pessoal;
5. Fazer votos de seguir os elevados ideais típicos das Sete Virtudes Cardeais da Coroa da Juventude;
6. Aprovar a filosofia da Irmandade Universal e a nobreza de caráter e exemplificada pela vida e morte de Jacques DeMolay;
7. Estar ciente que o ingresso na Ordem DeMolay não lhes garantirá no futuro a iniciação em um Corpo Maçônico.
As Sete Virtudes Cardeais de um DeMolay
A Ordem DeMolay invoca sete luzes que iluminam seus caminhos conforme passam pela estrada da vida, simbolizando tudo que é bom e correto, tudo o que juram ser a base de suas vidas:
01. Amor Filial : O amor entre pais e filhos.
02. Reverência pelas Coisa Sagradas : O respeito pelo que é sagrado. Principalmente o amor que temos pelo nosso Pai Celestial.
03. Cortesia : O que ilumina a nossa vida. A nossa Educação.
04. Companheirismo : O amor que temos por nossos irmãos e amigos, que mantêm vivos os ideais de nossa Ordem.
05. Fidelidade : Cumprir, conscientemente seus compromissos junto a seus ideais, a seus irmãos e amigos e ao Pai Celestial.
06. Pureza : De pensamentos, palavra e ações.
07. Patriotismo : Amor e respeito por sua pátria, seu povo, suas origens. É a busca de ser sempre um bom cidadão, respeitando as leis de seu Pais.
Código de Ética
Um DeMolay serve a Deus;
Um DeMolay honra todas as mulheres;
Um DeMolay ama e honra seus pais;
Um DeMolay é honesto;
Um DeMolay é leal a ideais e amigos;
Um DeMolay executa trabalhos honestos;
Um DeMolay é cortês;
Um DeMolay é sempre um cavalheiro;
Um DeMolay é um patriota tanto em tempo de paz quanto em tempo de guerra;
Um DeMolay sempre permanece inabalável a favor das escolas públicas;
Um DeMolay é o orgulho de sua Pátria, seus pais, sua família e seus amigos;
A palavra de um DeMolay é tão válida quanto sua confiança;
Um DeMolay, por preceito e exemplo, deve manter os elevados níveis aos quais ele se comprometeu.
O brasão da ordem DeMolay e seu significado
Significado do Brasão:
01 - A COROA simboliza a Coroa da Juventude, nos embra contentemente icado do nossas obrigações e os sete preceitos da Ordem.
02 - OS NOVE RUBIS E UMA PÉROLA, honram o fundador e os nove jovens que participaram da formação da Ordem Demolay, Frank S. Land, Louis Lower, Ivan Bentley, Clyde Stream, Gorman McBride, Edmund Marshall, Ralph Sewlle e Elmer Dorsey. No começo se tinha uma pérola para cada componente mater vivo e um rubi para um falecido, hoje o brasão possui só uma pérola, que é o Ir.'. Jerome Jacobson o único vivo.
03 - O ELMO, simboliza o cavalheirismo, sem o qual não é possível mostrar a delicadeza do caráter.
04 - A LUA quarto-crescente é um sinal de segredo e lembra ao Demolay o seu dever de nunca revelar segredos da Ordem ou trair uma confidência de um amigo ou irmão.
05 - A CRUZ DE CINCO BRAÇOS simboliza a pureza de intenção. Lembrando o lema:
"Nenhum Demolay falhará como cidadão, como líder, como homem."
06 - AS ESPADAS CRUZADAS denotam justiça, retidão e piedade. Simboliza nossa luta contra a arrogância, tirania e intolerância.
07 - AS ESTRELAS RODEANDO A LUA simbolizam os desejos e deveres de irmandade entre os membros da Ordem.
08 - A COR AMARELA predominante, significa a luz.
09- A COR VERMELHA significa força, energia e coragem.
10 - A COR AZUL está para equilibrar o vermelho, formando o homem perfeito.
Cronologia da Ordem DeMolay
1244 - Nascimento de Jacques de Molay.
1265- Jacques de Molay ingressa na Ordem dos Cavaleiros Templários.
1298 - Jacques de Molay é eleito Grão-Mestre da Ordem dos Templários.
1314 - Jacques de Molay é queimado vivo por sua fidelidade.
1865 - Frank Arthur Marshall nasce em Leavemworth, Kansas, em 13 de novembro.
1890 - Frank Sherman Land nasce em Kansas City, Missouri, em 21 de junho.
1912 - Iniciação de Land na Maçonaria, em 25 de maio.
1919 - Frank Sherman Land conhece Louis Gordon Lower e seus amigos, e nasce a idéia de um "Clube" para rapazes, em 19 de fevereiro.Os rapazes escolhem o nome "Conselho DeMolay" para o seu "Clube" em 24 de março.Primeira reunião do Conselho DeMolay em Kansas City, organizado pelo fundador, Frank Sherman Land.
Ritual é escrito por Frank Arthur Marshall.
O nome oficial é mudado para Ordem DeMolay.
1920 - O segundo Capítulo é fundado em Omaha, Nebraska.
1921 - Primeira reunião do Grande Conselho da Ordem DeMolay (que posteriormente se chamará Supremo Conselho Internacional).
Maçonaria passa a patrocinar a Ordem DeMolay.
1922 - Nascimento de Alberto Mansur, em 7 de setembro, em Vargem Alegre - Rio de Janeiro.
1929 - Fundação Internacional DeMolay Alumni Association (Reorganizada em 1984).
1933 - Franklin D. Roosevelt é nomeado primeiro Grande Mestre Honorário.
1937 - Primeira concessão de "Founder's Gross" (Honraria concedida somente por Frank Sherman Land).
O original "Hall da Fama DeMolay" é iniciado por Frank Sherman Land.
1946 - Aprovação da Ordem da Cavalaria (Nobres Cavaleiros da Ordem Sagrada dos Soldados Companheiros de Jacques de Molay).
1950 - Alberto Mansur inicia-se na Maçonaria.
1959 - Frank Sherman Land falece em 08 de novembro.
1967 - Primeiro Congresso DeMolay Internacional.
1969 - Celebração do Cinqüentenário da Ordem DeMolay.
1980 - Fundação da Ordem DeMolay no Brasil, em 16 de agosto.
1985 - Instalação do Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil, em 12 de abril.
1986 - O "Hall da Fama" é reorganizado.Primeiro Capítulo local da Alumni Association.
1989 - Primeiro Congresso DeMolay Nacional.
1992 - Primeiro Sênior DeMolay eleito Presidente dos Estados Unidos da América (William "Bill" Clinton).
1993 - A Ordem da Cavalaria é trazida para o Brasil, com a instalação do Convento Sir Percival de Gales, em 04 de setembro.
1994 - Comemorações dos 75 anos da Ordem DeMolay. Fundação da Associação de Seniores DeMolay's para o Brasil, em 05 de março. Fundados os 3 primeiros Capítulos paraguaios, sob jurisdição do Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil.
1995 - Aniversário dos 15 anos de Fundação da Ordem DeMolay no Brasil. Oficialização da Associação de Seniores DeMolay's para o Brasil, em 18 de março. Fundado e instalado o primeiro Convento dos Nobres Cavaleiros, no Paraná.
1997 - Na cidade de Balneário Camboriú ocorre o verdadeiro "I Congresso Nacional DeMolay no Brasil", nos dias 23, 24 e 25 de maio, sediado pelo Capítulo "Luiz Zaguini" n.º 151.
2000 - Na cidade do Rio de Janeiro, ocorre o "VII Congresso Nacional da Ordem DeMolay" com o intuito de, entre a programação estabelecida, comemorar os 20 anos de Ordem no Brasil.
ABAIXO UM POUCO DA HISTÓRIA DA ORDEM DEMOLAY .
Jacques DeMolay nasceu em Vitrey, na França, no ano de 1244. Pouco se sabe de sua família ou sua primeira infância. Sabe-se que na idade de 21 anos, ele tornou-se membro da Ordem dos Cavaleiros Templários
A Ordem participou destemidamente de numerosas Cruzadas, e o seu nome era uma palavra de ordem de heroísmo, quando, em 1298, DeMolay foi eleito Grão Mestre. Era um cargo que o classificava como e muitas vezes acima de grandes lordes e príncipes. DeMolay assumiu o cargo numa época em que a situação para a Cristandade no Oriente estava ruim. Os infiéis sarracenos haviam conquistado os Cavaleiros das Cruzadas e capturado a Antioquia, Trípoli, Jerusalém e Acre. Restaram somente os "Cavaleiros Templários" e os "Hospitalários" para confrontarem-se com os sarracenos. Os Templários, com apenas uma sombra de seu poder anterior, se estabeleceram na ilha de Chipre, com a esperança de uma nova Cruzada. Porém, as esperanças de obterem auxílio da Europa foram em vão pois, após 200 anos, o espírito das Cruzadas havia-se extinguido.
Os Templários foram fortemente entrincheirados na Europa e Grã-Bretanha, com suas grandes casas, suas ricas propriedades, seus tesouros de ouro; seus líderes eram respeitados por príncipes e temidos pelo povo, porém não havia nenhuma ajuda popular para eles em seus planos de guerra. Foi a riqueza, o poder da Ordem, que despertou os desejos de inimigos poderosos e, finalmente, ocasionou sua queda.
Em 1305, Felipe, o Belo, então Rei de França, atento ao imenso poder que teria se ele pudesse unir as Ordens dos Templários e Hospitalários, conseguindo um titular controle, procurou agir assim. Sem sucesso em seu arrebatamento de poder, Felipe reconheceu que deveria destruir as Ordens, a fim de impedir qualquer aumento de poder do Sumo Pontificado, pois as Ordens eram ligadas apenas à Igreja.
O ano de 1305 encontra a Ordem dos Cavaleiros do Templo e a Ordem dos Hospitalários sediados na ilha de Chipre, pois os muçulmanos haviam retomado a Terra Santa. Ansiavam por uma última Cruzada, que jamais ocorreu. O rei da França Felipe de Valois, conhecido como “Felipe o Belo”, concebeu um plano voltado a apoderar-se da enorme riqueza dos Templários e ter perdoada sua enorme dívida para com a Ordem e assim amealhar recursos para seus projetos temporais de ampliação territorial sobre a Inglaterra. Para tanto precisava da aquiescência do papa Clemente V (Bernardo de Goth, ex-arcebispo de Bordeaux) que, imediatamente, concebeu o plano de unificar as duas Ordens rivais, ou subordinar todos aos Hospitalários. Convocou os dois Grãos Mestres de ambas as Ordens a um encontro em Paris. O Grão Mestre dos Hospitalários deu uma desculpa convincente e faltou ao encontro. Jacques De Molay, Grão Mestre dos Templários, então contando quase 70 anos de idade, compareceu ao encontro com dois documentos: um plano detalhado para uma nova Cruzada (que presumia ser o principal motivo da convocação) e um arrazoado explicando as diferenças e motivos que considerava relevantes para manter Templários e Hospitalários como ordens distintas.
De Molay foi recebido com todas as honras em Paris. Durante dois anos – período durante o qual Felipe de Valois ficou de apresentar sua decisão final sobre os dois documentos trazidos por Jacques De Molay – Guilherme de Nogaret, ministro de Felipe “o Belo”, arquitetou o plano para aprisionar a um só tempo todos os Templários em todos os pontos da Europa. Foram expedidas cartas lacradas aos senescais (líderes políticos e religiosos locais) de todas as paróquias com ordens expressas de somente abri-las a 12 de setembro de 1307. Naquela data, Jacques De Molay contava-se entre os maiores nobres da Europa a carregarem o caixão da princesa Catarina, falecida esposa do irmão do rei Felipe, Carlos de Valois. No mesmo momento em que o Grão Mestre dos Templários participava deste solene evento fúnebre em companhia dos nobres, não havia meios que lhe permitissem saber da trama, menos ainda do conteúdo das cartas que, abertas, tornariam a sexta-feira 13 (naquele caso de setembro de 1307) o dia mais aziago do ano: 15 mil homens (o número total de Cavaleiros Templários) deveriam ser aprisionados em grilhões especialmente confeccionados e despachados a todos os pontos com esta finalidade.
DeMolay e milhares de outros Templários foram presos e atirados em calabouços. Foi o começo de sete anos de celas úmidas e frias e torturas desumanas e cruéis para DeMolay e seus cavaleiros. Felipe forçou o Papa Clemente V a apoiar a condenação da Ordem, e todas as propriedades e riquezas foram transferidas para outros donos. O Rei forçou DeMolay a trair os outros líderes da Ordem e descobrir onde todas as propriedades e os fundos poderiam ser encontrados. Apesar do cavalete e outras torturas, DeMolay recusou-se.
Finalmente, em 18 de março de 1314, uma comissão especial, que havia sido nomeada pelo Papa, reuniu-se em Paris para determinar o destino de DeMolay e três de seus Preceptores na Ordem. Entre a evidência que os comissários leram, encontrava-se uma confissão forjada de Jacques DeMolay há seis anos passados. A sentença dos juizes para os quatro cavaleiros era prisão perpétua. Dois dos cavaleiros aceitaram a sentença, mas DeMolay não; ele negou a antiga confissão forjada, e Guy D'Avergnie ficou a seu lado. De acordo com os costumes legais da época, isso era uma retratação de confissão e punida por morte. A comissão suspendeu a seção até o dia seguinte, a fim de deliberar. Felipe não quis adiar nada e, ouvindo os resultados da Corte, ele ordenou que os prisioneiros fossem queimados no pelourinho naquela tarde.
Quando os sinos da Catedral de Notre Dame tocavam ao anoitecer do dia 18 de março de 1314, Jacques DeMolay e seu companheiro foram queimados vivos no pelourinho, numa pequena ilha do Rio Sena, destemidos até o fim. Apesar do corpo de DeMolay ter perecido naquele dia, o espírito e as virtudes desse homem, para quem a Ordem DeMolay foi denominada, viverão para sempre.
"Embora o corpo de DeMolay tivesse sucumbido aquela noite, seu espírito e suas virtudes pairam sobre a Ordem DeMolay, cujo nome em sua homenagem viverá eternamente."
Jacques DeMolay, com 70 anos, durante sua morte na fogueira intimou aos seus três algozes, a comparecer diante do tribunal de Deus, e amaldiçoando-os, bem como aos descendentes do Rei da França, Filipe "O Belo":
Pré-requisitos para ser membro de um Capítulo DeMolay
1. Ter menos de 21 e pelo menos 12 anos de idade completos;
2. Professar sua crença em Deus e reverenciar Seu Santo Nome;
3. Afirmar lealdade a seu País e respeito à Bandeira Nacional;
4. Aderir à prática de moral pessoal;
5. Fazer votos de seguir os elevados ideais típicos das Sete Virtudes Cardeais da Coroa da Juventude;
6. Aprovar a filosofia da Irmandade Universal e a nobreza de caráter e exemplificada pela vida e morte de Jacques DeMolay;
7. Estar ciente que o ingresso na Ordem DeMolay não lhes garantirá no futuro a iniciação em um Corpo Maçônico.
As Sete Virtudes Cardeais de um DeMolay
A Ordem DeMolay invoca sete luzes que iluminam seus caminhos conforme passam pela estrada da vida, simbolizando tudo que é bom e correto, tudo o que juram ser a base de suas vidas:
01. Amor Filial : O amor entre pais e filhos.
02. Reverência pelas Coisa Sagradas : O respeito pelo que é sagrado. Principalmente o amor que temos pelo nosso Pai Celestial.
03. Cortesia : O que ilumina a nossa vida. A nossa Educação.
04. Companheirismo : O amor que temos por nossos irmãos e amigos, que mantêm vivos os ideais de nossa Ordem.
05. Fidelidade : Cumprir, conscientemente seus compromissos junto a seus ideais, a seus irmãos e amigos e ao Pai Celestial.
06. Pureza : De pensamentos, palavra e ações.
07. Patriotismo : Amor e respeito por sua pátria, seu povo, suas origens. É a busca de ser sempre um bom cidadão, respeitando as leis de seu Pais.
Código de Ética
Um DeMolay serve a Deus;
Um DeMolay honra todas as mulheres;
Um DeMolay ama e honra seus pais;
Um DeMolay é honesto;
Um DeMolay é leal a ideais e amigos;
Um DeMolay executa trabalhos honestos;
Um DeMolay é cortês;
Um DeMolay é sempre um cavalheiro;
Um DeMolay é um patriota tanto em tempo de paz quanto em tempo de guerra;
Um DeMolay sempre permanece inabalável a favor das escolas públicas;
Um DeMolay é o orgulho de sua Pátria, seus pais, sua família e seus amigos;
A palavra de um DeMolay é tão válida quanto sua confiança;
Um DeMolay, por preceito e exemplo, deve manter os elevados níveis aos quais ele se comprometeu.
O brasão da ordem DeMolay e seu significado
Significado do Brasão:
01 - A COROA simboliza a Coroa da Juventude, nos embra contentemente icado do nossas obrigações e os sete preceitos da Ordem.
02 - OS NOVE RUBIS E UMA PÉROLA, honram o fundador e os nove jovens que participaram da formação da Ordem Demolay, Frank S. Land, Louis Lower, Ivan Bentley, Clyde Stream, Gorman McBride, Edmund Marshall, Ralph Sewlle e Elmer Dorsey. No começo se tinha uma pérola para cada componente mater vivo e um rubi para um falecido, hoje o brasão possui só uma pérola, que é o Ir.'. Jerome Jacobson o único vivo.
03 - O ELMO, simboliza o cavalheirismo, sem o qual não é possível mostrar a delicadeza do caráter.
04 - A LUA quarto-crescente é um sinal de segredo e lembra ao Demolay o seu dever de nunca revelar segredos da Ordem ou trair uma confidência de um amigo ou irmão.
05 - A CRUZ DE CINCO BRAÇOS simboliza a pureza de intenção. Lembrando o lema:
"Nenhum Demolay falhará como cidadão, como líder, como homem."
06 - AS ESPADAS CRUZADAS denotam justiça, retidão e piedade. Simboliza nossa luta contra a arrogância, tirania e intolerância.
07 - AS ESTRELAS RODEANDO A LUA simbolizam os desejos e deveres de irmandade entre os membros da Ordem.
08 - A COR AMARELA predominante, significa a luz.
09- A COR VERMELHA significa força, energia e coragem.
10 - A COR AZUL está para equilibrar o vermelho, formando o homem perfeito.
Cronologia da Ordem DeMolay
1244 - Nascimento de Jacques de Molay.
1265- Jacques de Molay ingressa na Ordem dos Cavaleiros Templários.
1298 - Jacques de Molay é eleito Grão-Mestre da Ordem dos Templários.
1314 - Jacques de Molay é queimado vivo por sua fidelidade.
1865 - Frank Arthur Marshall nasce em Leavemworth, Kansas, em 13 de novembro.
1890 - Frank Sherman Land nasce em Kansas City, Missouri, em 21 de junho.
1912 - Iniciação de Land na Maçonaria, em 25 de maio.
1919 - Frank Sherman Land conhece Louis Gordon Lower e seus amigos, e nasce a idéia de um "Clube" para rapazes, em 19 de fevereiro.Os rapazes escolhem o nome "Conselho DeMolay" para o seu "Clube" em 24 de março.Primeira reunião do Conselho DeMolay em Kansas City, organizado pelo fundador, Frank Sherman Land.
Ritual é escrito por Frank Arthur Marshall.
O nome oficial é mudado para Ordem DeMolay.
1920 - O segundo Capítulo é fundado em Omaha, Nebraska.
1921 - Primeira reunião do Grande Conselho da Ordem DeMolay (que posteriormente se chamará Supremo Conselho Internacional).
Maçonaria passa a patrocinar a Ordem DeMolay.
1922 - Nascimento de Alberto Mansur, em 7 de setembro, em Vargem Alegre - Rio de Janeiro.
1929 - Fundação Internacional DeMolay Alumni Association (Reorganizada em 1984).
1933 - Franklin D. Roosevelt é nomeado primeiro Grande Mestre Honorário.
1937 - Primeira concessão de "Founder's Gross" (Honraria concedida somente por Frank Sherman Land).
O original "Hall da Fama DeMolay" é iniciado por Frank Sherman Land.
1946 - Aprovação da Ordem da Cavalaria (Nobres Cavaleiros da Ordem Sagrada dos Soldados Companheiros de Jacques de Molay).
1950 - Alberto Mansur inicia-se na Maçonaria.
1959 - Frank Sherman Land falece em 08 de novembro.
1967 - Primeiro Congresso DeMolay Internacional.
1969 - Celebração do Cinqüentenário da Ordem DeMolay.
1980 - Fundação da Ordem DeMolay no Brasil, em 16 de agosto.
1985 - Instalação do Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil, em 12 de abril.
1986 - O "Hall da Fama" é reorganizado.Primeiro Capítulo local da Alumni Association.
1989 - Primeiro Congresso DeMolay Nacional.
1992 - Primeiro Sênior DeMolay eleito Presidente dos Estados Unidos da América (William "Bill" Clinton).
1993 - A Ordem da Cavalaria é trazida para o Brasil, com a instalação do Convento Sir Percival de Gales, em 04 de setembro.
1994 - Comemorações dos 75 anos da Ordem DeMolay. Fundação da Associação de Seniores DeMolay's para o Brasil, em 05 de março. Fundados os 3 primeiros Capítulos paraguaios, sob jurisdição do Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil.
1995 - Aniversário dos 15 anos de Fundação da Ordem DeMolay no Brasil. Oficialização da Associação de Seniores DeMolay's para o Brasil, em 18 de março. Fundado e instalado o primeiro Convento dos Nobres Cavaleiros, no Paraná.
1997 - Na cidade de Balneário Camboriú ocorre o verdadeiro "I Congresso Nacional DeMolay no Brasil", nos dias 23, 24 e 25 de maio, sediado pelo Capítulo "Luiz Zaguini" n.º 151.
2000 - Na cidade do Rio de Janeiro, ocorre o "VII Congresso Nacional da Ordem DeMolay" com o intuito de, entre a programação estabelecida, comemorar os 20 anos de Ordem no Brasil.
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ORDEM PARAMAÇÔNICAS
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
DIA DA BANDEIRA DO BRASIL
19 de Novembro é Dia da Bandeira
Bandeira Nacional foi instituída poucos dias após a Proclamação da República
Projetada em 1889 por Raimundo Teixeira Mendes e por Miguel Lemos, a Bandeira Nacional foi desenhada por Décio Vilares. Ele se inspirou na bandeira do Império, que havia, por sua vez, sido desenhada pelo pintor francês Jean Debret.
A esfera azul, onde hoje aparece a divisa positivista "Ordem e Progresso", substituiu a antiga coroa imperial. Dentro da esfera estava representado o céu do Rio de Janeiro com a constelação do Cruzeiro do Sul, tal como apareceu às 8h30min do dia 15 de novembro de 1889, dia da Proclamação da República. Mas, em 1992, uma lei modificou as estrelas da bandeira, para permitir que todos os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal fossem representados.
Como símbolo da pátria, a bandeira nacional fica permanentemente hasteada na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Mesmo quando é substituída, o novo exemplar deve ser hasteado antes que a bandeira antiga seja arriada. O hasteamento e o arriamento podem ser feitos a qualquer hora do dia ou da noite, mas tradicionalmente a bandeira é hasteada às 8 horas e arriada às 18 horas. Quando permanece exposta durante a noite, ela deve ser iluminada.
O Hino à Bandeira surgiu de um pedido feito pelo Prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos, ao poeta Olavo Bilac para que compusesse um poema em homenagem à Bandeira, encarregando o professor Francisco Braga, da Escola Nacional de Música, de criar uma melodia apropriada à letra. Em 1906, o hino foi adotado pela prefeitura, passando, desde então, a ser cantado em todas as escolas do Rio de Janeiro. Aos poucos, sua execução estendeu-se às corporações militares e às demais unidades da Federação, transformando-se, extra-oficialmente, no Hino à Bandeira Nacional, conhecido de todos os brasileiros.
Fontes: Universidade Federal de Goiás
Brazilsite.com.br
Exercito.gov.br
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domingo, 15 de novembro de 2009
SESSÃO PÚBLICA INICIAÇÃO FRATERNIDADE FEMININA ALPHA E ÔMEGA
NESTE DIA 14/11 NA ARLS ALPHA E ÔMEGA , FOI REALIZADA A SESSÃO DE ADMISSÃO DE QUATRO NOVAS FRATERNAS .
A FRATERNIDADE FEMININA CRUZEIRO DO SUL ALPHA E ÔMEGA REALIZOU A SESSÃO DE SAUDAÇÃO À BANDEIRA DA FRATERNIDADE , ONDE FOI CANTADO O HINO DAS FRATERNAS : ESTRELAS BRILHANTES . A DIRETORIA
ENTREGA DAS FLORES ÀS NOVAS FRATERNAS
ENTREGA DOS BROCHES DA FRATENIDADE PELA MARIA ABADIA , REPRESENTANTE DA PRESIDENTE ESTADUAL DA FRATERNIDADE FEMININA CRUZEIRO DO SUL ÀS NOVAS INTEGRANTES .
A PEDIDO DO VENERÁVEL MESTRE MÁRIO LÚCIO SALUM , O IR. JOSÉ RUBENS BUIATTI EMOCIONOU TODA A ASSEMBLÉIA , AO EXPLICAR SOBRE A ENTREGA DAS LUVAS E SEU USO POR PARTE DAS NOVAS FRATERNAS .
O VENERÁVEL MESTRE MÁRIO LÚCIO SALUM , A PRESIDENTE DA FRATERNIDADE FEMININA ALPHA E ÔMEGA MARTA E A REPRESENTANTE ESTADUAL MARIA ABADIA
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