NESTE DIA 02/07/2013 COM A ORGANIZAÇÃO DO CHANCELER ANDERSON COSTA , OS ANIVERSARIANTES DO MÊS DE JULHO FORAM HOMENAGEADOS POR TODOS OS PRESENTES . A CUNHADA LÚCIA E O IRMÃO ADEMAR FORAM ESCOLHIDOS PARA REPRESENTAREM TODOS OS IRMÃOS , CUNHADAS , SOBRINHOS E SOBRINHAS , QUE NESTE MÊS FAZEM ANIVERSÁRIO OU COMEMORAM DATA DE CASAMENTO . PARABÉNS AO IRMÃO CHANCELER PELA INICIATIVA , QUE COM CERTEZA UNE MAIS AINDA A FAMÍLIA ALPHA E ÔMEGA . AOS ANIVERSARIANTES NOSSO ABRAÇO FRATERNO , E QUE O SUPREMO ARQUITETO DO UNIVERSO CONTINUE ABENÇOANDO A TODOS .CLIQUE NO PLAY ABAIXO E OUÇA A NOSSA HOMENAGEM .
quarta-feira, 3 de julho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
MAÇONARIA: TRABALHO VOLUNTÁRIO
MAÇONARIA:
TRABALHO VOLUNTÁRIO
Voluntário,
conforme o dicionário [1], é aquele “que faz parte de uma corporação por
mera vontade e sem interesse” e “que faz de boa vontade e sem constrangimento”.
Essa definição, ao qualificar a ação voluntária como “sem interesse”, esbarra
no debate filosófico da impossibilidade de ausência de interesse. O altruísmo,
termo criado por Augusto Comte, seria esse ato de ajudar alguém sem ter
qualquer interesse individual envolvido, apenas por pura bondade. Nesse
sentido, muitos filósofos têm defendido que não existe ato genuinamente
altruísta, totalmente desinteressado. Para ilustrar esse entendimento, se você
acredita que atos de bondade, de caridade, que boas ações colaboram para sua
evolução moral e/ou espiritual, então qualquer ato seu não será 100% altruísta,
pois você tem um interesse pessoal, mesmo que mínimo, de evoluir com isso. Até
mesmo se não esperar tal evolução, mas se você se sente bem em ajudar o
próximo, sua ação não será totalmente desinteressada, pois você, em algum
nível, sente prazer em ajudar, se beneficiando de alguma forma com isso.
Nesse sentido, não existe ato voluntário sem interesse.
Já a
ONU [2] fornece uma definição condizente com tal entendimento, ao declarar
que voluntário é “o jovem, adulto ou idoso que, devido a seu interesse pessoal
e seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração, a diversas
formas de atividades de bem estar social ou outros campos”. Nesse caso, vê-se
claramente que a ação voluntária parte de um interesse pessoal, mesmo que
motivado pelo civismo.
A
Maçonaria é uma oportunidade de trabalho voluntário, tendo nos maçons seus
voluntários. A definição mais comum de Maçonaria em uso em todo o mundo é a de
que Maçonaria é “um belo sistema de moralidade velado em alegoria e ilustrado
por símbolos” [3] [4]. Essa definição é derivada de outra, de autoria de
William Preston [5], que considera a Maçonaria “um sistema regular de
moralidade, concebido em uma tensão de interessantes alegorias, que desdobra
suas belezas ao requerente sincero e trabalhador”. Dessa forma, deve o maçom,
logicamente, estar interessado em evoluir moralmente para ser voluntário em um
“sistema regular de moralidade”. Tais definições também indicam que o trabalho
voluntário do maçom corresponde a atividades e práticas relacionadas a
“alegorias e símbolos”, ou seja, a aprendizagem e execução do ritual, que é a
ferramenta de ensino que contém as diversas alegorias e símbolos maçônicos.
Mas,
como todo trabalho voluntário, Maçonaria é um trabalho “sem remuneração”, cujas
atividades são realizadas por livre e espontânea vontade. Não se ganha na
Maçonaria, se gasta. Você investe, além de seu tempo como voluntário, recursos
financeiros para manter a estrutura de sua Loja e Obediência. Por esse motivo,
mais do que qualquer outro trabalho voluntário, o maçom deve estar realmente
ciente do cunho moral da organização, interessado em tal aspecto, e realizar
suas atividades a contento. Em outras palavras, precisa estar 100%
comprometido. Assim como não existe um “mais ou menos” médico sem fronteiras,
não dá pra ser “meio” maçom.
E o que é ser um maçom, esse voluntário da Maçonaria? É
estudar o ritual, não apenas executando-o da melhor forma possível, mas
principalmente o compreendendo. É participar ativamente das reuniões,
contribuindo com suas ideias e opiniões. É se oferecer para ajudar nas diversas
atividades em grupo, ou mesmo para realizar algumas atividades individuais
dentro de suas competências, como ministrar uma palestra, criar um website, pintar uma parede ou trocar uma simples
lâmpada. É ter ciência de que, sendo um trabalho voluntário, você não depende
dele para sua sobrevivência e sustento de sua família, devendo, portanto, ir
para a Maçonaria e permanecer nela somente se estiver realmente interessado. E
cada vez que comparecer, faça valer à pena, porque apenas assistir e criticar
não pode ser considerado trabalho voluntário… é necessário colaborar.
NOTAS:
[1]
PRIBERAM. Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Acesso em: 22 de janeiro de
2013. Disponível em: http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=voluntário
[2]
UNIC. United Nations Information Centre Rio de Janeiro. Acesso em: 22 de
janeiro de 2013. Disponível em:
http://unic.un.org/imucms/rio-de-janeiro/64/158/voluntariado.aspx
[3] GUNN, J.: Death by Publicity: U. S. Freemasonry
and the Public Drama of Secrecy. Rhetoric & Public Affairs, Vol. 11, No. 2,
pp. 243-277, 2008.
[4] ZELDIS, Leon. Illustrated by Symbols (New York , NY :
Philalethes, The Journal of Masonic Research & Letters, Vol. 64, No. 02,
2011), p. 72-73.
[5] PRESTON , William.
Illustrations of Masonry. New York :
Masonic Publishing and Manufacturing Co., 1867.
por KENNYO
ISMAIL
do site no esquadro – derrubando mitos na maçonaria
Marcadores:
ORDEM MAÇÔNICA,
TRABALHOS APRESENTADOS
segunda-feira, 24 de junho de 2013
NÃO SEJA MAÇOM
NÃO SEJA MAÇOM
Se queres descanso, não
seja maçom,
pois o trabalho do maçom deve ser
contínuo.
Se queres
ser beneficiado, não
seja maçom,
pois o maçom deve primeiro
promover benefícios em prol de outros.
Se queres paz, não
seja maçom,
pois o maçom deve estar em guerra constante
contra os vícios.
Se
sois egoísta, não
seja maçom,
pois, para o maçom, compartilhar deve ser
um hábito.
Se
apenas pensas em ti, não
seja maçom,
pois pensar apenas em si mesmo é
inviável e o maçom deve pensar e agir para todos.
Se desejas enriquecer, não
seja maçom,
pois o patrimônio de um maçom não é
avaliado pelos seus bens, mas sim pelas suas atitudes.
Se sois demasiadamente religioso, não
seja maçom,
pois o maçom deve ser
tolerante em suas diferenças religiosas
Se não crês em Deus, esqueça, não
há como ser maçom,
pois os maçons nada
fazem sem antes O invocarem
Se gostas das
luxúrias que o mundo proporciona, não
seja maçom,
pois os
maçons devem ignorá-las, vez que são temporárias.
Se
simplesmente fazes parte de algo, não
seja maçom,
pois o maçom não
pode só fazer parte , deve trabalhar para fazer a diferença .
Se queres ser maçom, não tente ser o pior nem o
melhor, seja apenas você
mesmo.
Se és arrogante, não
seja maçom,
pois o desprezo está em sintoma de maldade
e a maldade é a principal inimiga do maçom .
Se és omisso, não
seja maçom,
pois a iniciativa deve ser notável em um maçom.
Se és
preconceituoso, não
seja maçom,
pois a igualdade deve ser um pilar
marcante na vida do maçom Se sois arrogante, nunca seja um maçom, pois a humildade deve ser uma virtude constante , demonstrando em todos os momentos . |
Marcadores:
ORDEM MAÇÔNICA,
TRABALHOS APRESENTADOS
A ORIGEM DA PALAVRA IRMÃO
A Origem da Palavra Irmão
Os
membros da Maçonaria, unidos pelo Amor Fraternal, qualquer que seja
o seu grau, dão–se o tratamento de “Irmão”. É o título que
geralmente se dão, mutuamente, os religiosos de uma mesma Ordem e
de um mesmo convento e também os membros de uma mesma associação.
Esse
tratamento existe em todas as sociedades iniciáticas e nas
confrarias, em que o seu significado é a condição adquirida com a
participação de um mesmo ideal baseado na amizade. É o tratamento
que se davam entre si os maçons operativos.
A
origem do cordial tratamento de “Irmão” afirma que esse
tratamento foi adotado e nunca mais olvidado pelos maçons, desde os
tempos de Abraão, o velho patriarca bíblico. Reza a história que
estando ele e sua mulher Sara no Egito, lá ensinavam as 7 ciências
liberais (gramática, lógica e dialética, matemática, geometria
astronomia e música), e contou entre os seus discípulos com um de
nome Euclides. Tão inteligente que não demorou nada em tornar-se
mestre nas mesmas ciências, ficando por isso bastante afamado como
ilustre personagem.
Então
Euclides, a par com suas aulas, estabeleceu regras de conduta para o
discipulado; em primeiro lugar cada um deveria ser fiel ao Rei e ao
país de nascimento; em segundo lugar, cumpria-lhes amarem-se uns
aos outros e serem leais e dedicados mutuamente. Para que seus
alunos não descuidassem dessas últimas obrigações, ele sugeriu a
eles que se dessem, reciprocamente, o tratamento de “Irmãos” ou
“Companheiros”.
Aprovando
inteiramente esse costume da escola de Euclides, a Maçonaria
resolveu sugeri-lo aos seus iniciados, que receberam-no com todo
agrado, sem nenhuma restrição, passando a ser uma norma
obrigatória nos diversos Corpos da Ordem.
De
fato, traduz uma maneira de proceder muito afetiva e agradável a
todos os corações dos que militam em nossos Templos. Assim
passaram os Iniciados ao uso desse tratamento em todas as horas,
quer no mundo profano, quer no maçônico.
O
Poema Regius, que data do ano de 1390, aconselha os operários a não
se tratarem de outra forma senão de “meu caro Irmão”. Por isso
o tratamento de Irmão dado por um maçom a um outro, significa
reconhecimento fraternal, como pertencente à mesma família.
Os
maçons são Irmãos por terem recebido a mesma Iniciação, os
mesmos modos de reconhecimento e foram instruídos no mesmo sistema
de moralidade. Além da amizade fraternal que deve uni-los, os
maçons consideram-se Irmãos por serem, simbolicamente, filhos da
mesma mãe, a Mãe-Terra, representada pela deusa egípcia Ísis,
viúva de Osíris, o Sol, e a mãe de Hórus.
Assim
os maçons são, também, simbolicamente, Irmãos de Hórus e se
autodenominam Filhos da Viúva.
Durante
a Iniciação seus novos
Irmãos juram protegê-lo sempre que for preciso. A partir daquele
momento, todos que a ele se referem o tratam como Irmão. Os filhos
de seus novos Irmãos passam a tratá-lo como “Tio” e as esposas
de seus Irmãos passam a ser sua “Cunhada”. Forma-se nesse
momento um elo firme entre o novo membro da Ordem e a família
maçônica.
A
Maçonaria não reconhece qualquer distinção entre raças,
crenças, condições financeira ou social entre seus obreiros. Há
séculos vem a Sublime Instituição oferecendo a oportunidade aos
homens de se encontrarem e colherem os frutos do prazer de conviver
sempre em paz, em união e concórdia, como amigos desinteressados,
dentro de um espírito coletivo voltado à prática do bem, guiados
por rígidos princípios morais, sem desavenças e dissensões.
Os
membros de nossa Ordem aprendem a destruir a ignorância em si
mesmos e nos outros; a ser corajosos contra suas próprias
fraquezas, lutar contra seus próprios vícios e também contra a
injustiça alheia.
São
estimulados a praticarem um modo de vida que produza um nível
elevado em suas relações com seus Irmãos, aos quais dedicam
amizade sincera e devotada. São fiéis cumpridores de todo dever
cujo cumprimento lhes seja legalmente imposto ou reclamado pela
felicidade de sua Pátria, de sua Família e da Humanidade.
Jamais
abandonará sua prole, seus Irmãos e seus amigos, no perigo, na
aflição ou na perseguição. Sobre o coração do maçom está o
símbolo do amor, da amizade, da razão serena e perseverante.
O
que o distingue na vida profana é sua aversão à iniquidade, à
injustiça, à vingança, à inveja e à ambição, sendo ele
constante em fazer o bem e em elogiar seus Irmãos.
O
verdadeiro Irmão é aquele que interroga sua consciência sobre
seus próprios atos, pergunta a si mesmo se não violou a lei da
justiça, do amor e da caridade em sua maior pureza; se não fez o
mal e se fez todo o bem que podia; se não menosprezou
voluntariamente uma ocasião de ser útil; se ninguém tem o que
reclamar dele. E quando não tem uma palavra que auxilie, procura
não abrir a boca… (Se for falar, cuida para que suas palavras
sejam melhores que o seu silêncio).
O
Irmão, possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo,
faz o bem pelo bem, sem esperança de recompensa, retribui o mal com
o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seu
interesse à justiça.
Ele
é bom, humano e benevolente para com todos, sem preferência de
raças nem de crenças, abraça o branco e o preto ( pois não é a
cor, mas sim o talento e a virtude que faz um homem elevar-se por
sobre os demais), o rico e o pobre, o jovem e o velho, o sábio e o
ignorante, o nobre e o plebeu, porque vê Irmãos em todos os
homens.
Porém,
devemos observar que nem o rico, o príncipe ou o sábio, devem
“descer” para o nivelamento. Não descendo ao nível deles mas,
sim, ajudando-os a se levantarem e poderem melhor enxergar o
horizonte. É caminhando que se faz o caminho. Pensando, agindo,
sentindo, sofrendo, aprendendo e corrigindo. Fazendo melhor em
seguida. Se comprometendo a sempre ensinar aos capazes, o que se
aprendeu. Capacitando-os. Perpetuando a GNOSE adquirida.
Quem
deverá “subir” é o pobre; pobre no sentido de ser CARENTE.
Acontece de existir entre os ricos de recursos materiais, os pobres
de sabedoria, ignorantes de conhecimento, de altruísmo e
complacência.
O
verdadeiro Irmão não tem ódio, nem rancor, nem desejo de
vingança; compreendendo, nem condena. Portanto perdoa, e anula as
ofensas, e não se lembra senão dos benefícios que já tenha
recebido, porque sabe que com a mesma sábia compreensão que deixou
de condenar, assim será tratado intimamente, na sua própria causa
de compreensão, como réu de sua consciência, quando essa lhe
julgar.
Não
se compraz em procurar os defeitos alheios, nem em colocá-los em
evidência. Se a necessidade a isso o obriga, procura sempre motivar
o bem que pode atenuar o mal.
Não
se envaidece nem com a fortuna, nem com as vantagens pessoais,
porque sabe que tudo o que lhe foi dado apenas o direito da posse,
pertence ao mundo e por poder dessa força natural, se desmerecido,
tudo pode lhe ser retirado.
Se
a ordem social colocou homens sob sua dependência, ele os trata com
bondade e benevolência, porque são seus iguais perante o Grande
Arquiteto do Universo; usa de sua autoridade para erguer-lhes o
moral e não para os esmagar com o seu orgulho; evita tudo o que
poderia tornar sua posição subalterna mais penosa.
O
subordinado, por sua vez, compreende os deveres da sua posição, e
tem o escrúpulo em cumpri-los conscienciosamente.
O
verdadeiro Irmão respeita em seus semelhantes todos os direitos
dados pelas leis da Natureza, como gostaria que os seus fossem
respeitados.
Aplicando
os ensinamentos maçônicos, tanto no interior dos Templos como no
seio da sociedade profana, dentro de suas possibilidades, colabora
para a edificação do Templo da civilização humana.
Afinal,
se cultiva a liberdade, a igualdade e a fraternidade, tem por
obrigação, abrir mais os seus braços, entrelaçar seus Irmãos e
oferecer sua convivência fraterna, sua influência, seu trabalho de
auxílio, com harmonia, paz, concórdia e fraternização, dentro e
fora do Templo.
Enfim,
o verdadeiro Irmão saberá fazer o Bem sem ostentação, mas não
sem utilidade para todos. Onde quer que o pobre reclame o combate
sem descanso aos exploradores dos fracos, o auxílio e proteção à
criança ou à mulher, o Irmão é obrigado a fazer obra maçônica.
É-lhe proibido fechar os olhos aos deserdados da sorte.
Porém,
só quando se encontra revestidos de todas essas virtudes é que
pode dizer: “Meus Irmãos como tal me reconhecem” – frase mais
ouvida e citada dentro da Loja e também fora dela – como forma de
identificação.
Nossa
Ordem precisa de Irmãos verdadeiros, aqueles que têm orgulho de
pertencerem à Sublime Instituição e estão dispostos a
sacrifícios pessoais em benefício dela.
O
Grande Arquiteto do Universo, que é DEUS, ouve nossos rogos e nos
mostra o caminho que a Ele conduz, continua a nos proporcionar a
dádiva da aproximação de valorosos Irmãos que nos socorrem em
nossas dificuldades, se interessam por nós, nos escrevem, telefonam
para saber como estamos, trocam e-mails e assim, não nos deixam
experimentar a depressão e a solidão.
Nossas
Lojas Maçônicas são portos seguros, colos de mãe para
enxugamento das lágrimas e o consolo de nossas dores, num ambiente
de luz, paz e amor, pois é sublime reunir em seu seio, católicos,
evangélicos, espíritas, maometanos, israelitas, budistas, e a
todos dizer: ” Aqui vossas disputas não encontrarão eco. Aqui,
não ofendereis a ninguém e ninguém vos ofenderá.”
Meu
Irmão, se eu me esquecer de você, nunca se esqueça de mim! Conte
comigo. Eu conto consigo.
“O
maior cargo em maçonaria é o de verdadeiro Irmão.”
Autoria
do Ir.’.Valdemar Sansão
Marcadores:
TRABALHOS APRESENTADOS
quarta-feira, 19 de junho de 2013
POSSE DA DIRETORIA LOJA MAÇÔNICA ALPHA E ÔMEGA 2013 / 2015
NESTE DIA 11/06/2013 A LOJA MAÇÔNICA ALPHA E ÔMEGA DO ORIENTE DE UBERLÂNDIA , REALIZOU SESSÃO MAGNA DE INSTALAÇÃO E POSSE DO NOVO VENERÁVEL MESTRE CLÉSIO FERREIRA MATEUS E SUA DIRETORIA PARA O BIÊNIO 2013 / 2015 . OS MEMBROS DA NOVA DIRETORIA SÃO : ADEMAR SEBASTIÃO VIEIRA 1º. VIGILANTE , LINDOMAR FURNIEL 2º. VIGILANTE , JOSÉ RUBENS BUIATTI ORADOR , WELITON VITÓRIA DE LIMA SECRETÁRIO , ANTONIO JAIR AMARANTE GARCIA TESOUREIRO E ANDERSON COSTA CHANCELER . PARABENIZANDO O TRABALHO DO PAST VENERÁVEL IRINEO DE PAULA WAISMANN E SUA DIRETORIA , O VENERÁVEL EMPOSSADO AGRADECEU A PRESENÇA DE 55 IRMÃOS VISITANTES E DOS IRMÃOS DO QUADRO , PROMETENDO MUITO EMPENHO PARA ESSA NOVA GESTÃO DA LOJA .
FOTOS : EXCELENTE COLABORAÇÃO DO IR.'. CARLOS CHRISTIANO DA SILVA RESENDE
Marcadores:
ORDEM MAÇÔNICA,
POSSES
sexta-feira, 14 de junho de 2013
POSSE DA FRATERNIDADE FEMININA ALPHA E ÔMEGA
DIA 11/06/2013 TOMOU POSSE A DIRETORIA DA FRATERNIDADE FEMININA CRUZEIRO DO SUL ALPHA E ÔMEGA PARA O BIÊNIO 2013/2015 . A PRESIDENTA LINA MARIA MATEUS , FEZ UM EMOCIONANTE DISCURSO AGRADECENDO A CADA COLABORADORA QUE A AJUDARÁ NESSA NOVA ETAPA DAS ACÁCIAS ALPHA E ÔMEGA E ELOGIOU A DIRETORIA QUE ENCERROU OS TRABALHOS NESSA DATA . SEU FILHO ANTONIO MATEUS , MAÇOM DA LOJA FAVO HOMENAGEOU SUA MÃE , PROPORCIONANDO MAIS UM MOMENTO DE EMOÇÃO , QUANDO TRANSMITIU UMA MENSAGEM DE SUAS IRMÃS QUE SE ENCONTRAM NO ORIENTE DE SÃO PAULO , VIA TELEFONE PARA SUA MÃE E PAI QUE TOMARAM POSSE NESSA NOITE . ABAIXO O BREVE DISCURSO PRONUNCIADO PELA NOVA PRESIDENTA :
A
Fraternidade Feminina, para ser grandiosa e fortalecida, necessita
não só da presença constante do corpo de suas representantes, mas
além disso, o comprometimento e a disponibilidade individual de cada
uma, seja ela membro da diretoria ou fraterna sem cargo, pois está
no trabalho do grupo, unindo forças, ideias e projetos a
perspectiva positiva de encontramos caminhos e soluções conjuntas
para a realização de trabalhos e ações afirmativas, tão
esperadas por todos.
Pois
a FRATERNIDADE FEMININA não é um corpo individual, mas sim o
conjunto de todas as fraternas que compõem o núcleo ALPHA E ÔMEGA,
e assim devemos entender, pois todas as fraternas, indistintamente,
são importantes na implementação das ações cotidianas as quais
estamos dispostas a executar.
Nesse
processo, também saliento a importância impar que devemos contar de
nossos cunhados, no apoio de nossas iniciativas.
Assim,
para encerrar, deixo um profundo e carinhoso reconhecimento pela obra
desenvolvida na Gestão da Fraterna Alice, bem como o aval ofertado
pelo cunhado Irineo nesses últimos dois anos, e ao meu esposo Mateus
e sua diretoria, rogo ao SUPREMO ARQUITETO DO UNIVERSO, que ilumine
seus passos, e que tenham sabedoria na condução dos trabalhos de
nova gestão.
Marcadores:
FRATERNIDADE FEMININA,
POSSES
terça-feira, 11 de junho de 2013
FINAL DA GESTÃO DIRETORIA ALPHA E ÔMEGA 2011 / 2013
EM JUNHO DE 2011 INICIOU-SE UM TRABALHO ÁRDUO DA DIRETORIA EMPOSSADA NAQUELA ÉPOCA , PARA DIRIGIR A LOJA MAÇÔNICA ALPHA E ÔMEGA 3402 DO ORIENTE DE UBERLÂNDIA - M.G. . A LOJA ESTAVA EM ASCENÇÃO PLENA , POIS O SAUDOSO VENERÁVEL MESTRE MÁRIO LÚCIO SALUN , DEIXAVA O CARGO COM APROVAÇÃO UNÂNIME DA LOJA . O VENERÁVEL MESTRE IRINEO DE PAULA WAISMANN ASSUMIU O COMANDO EXALTANDO A FORÇA DA LOJA E DOS SEUS MEMBROS E SOLICITOU O APOIO DE TODOS , O RESULTADO FOI UM BELÍSSIMO TRABALHO QUE COM CERTEZA CONTRIBUIU PARA O MELHORAMENTO DESTA LOJA MAÇÔNICA .ABAIXO NO VÍDEO PODEREMOS CONFIRMAR ESSE PERÍODO DA HISTÓRIA DESTA LOJA , QUE APESAR DAS DURAS PROVAS QUE PASSOU ESTÁ SEMPRE FIRME E EM CRESCIMENTO .
Marcadores:
ORDEM MAÇÔNICA,
POSSES
quarta-feira, 5 de junho de 2013
COMEMORAÇÃO DIA DAS MÃES ALPHA E ÔMEGA
NESTE DIA 04/06/2013 A LOJA MAÇÔNICA ALPHA E ÔMEGA HOMENAGEOU AS MÃES PRESENTES EM UMA CERIMÔNIA COMANDADA PELO VENERÁVEL MESTRE IRINEO DE PAULA WAISMANN E A CUNHADA ALICE WAISMANN ( PRESIDENTE DA FRATERNIDADE FEMININA ). O ORADOR ANDRÉ LUIZ BORGES FEZ UM BREVE DISCURSO , ONDE EXALTOU A MISSÃO DE TODAS AS MÃES , LENDO TAMBÉM UM POEMA EM AGRADECIMENTO ÀQUELAS QUE DEVEMOS A VIDA . PARABÉNS A TODAS AS MÃES !!!
Marcadores:
DIA DAS MÃES,
FESTAS E COMEMORAÇÕES
sábado, 1 de junho de 2013
CALENDÁRIO DE SESSÕES DA LOJA ALPHA E ÔMEGA 2º. SEMESTRE / 2013
DATA
|
GRAU
|
04/06/13
|
GRAU
I APRENDIZ ( HOMENAGEM ÀS MÃES )
|
11/06/13
|
GRAU
I POSSE DIRETORIA
|
18/06/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
25/06/13
|
GRAU
II COMPANHEIRO
|
02/07/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
09/07/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
16/07/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
23/07/13*
|
GRAU I INICIAÇÃO *
|
30/07/13
|
GRAU
III MESTRE
|
06/08/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
13/08/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
20/08/13
|
DIA DO MAÇOM - NÃO HAVERÁ SESSÃO
|
27/08/13
|
GRAU
II COMPANHEIRO
|
03/09/13
|
GRAU
I ANIVERSÁRIO DA LOJA SESSÃO ESPECIAL
|
10/09/13
|
GRAU
I ADMINISTRATIVA
|
17/09/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
24/09/13*
|
EXALTAÇÃO
GRAU III *
|
01/10/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
08/10/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
15/10/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
22/10/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
29/10/13
|
GRAU
II COMPANHEIRO
|
05/11/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
12/11/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
19/11/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
26/11/13
|
GRAU
III MESTRE
|
03/12/13
|
GRAU
I APRENDIZ
|
quinta-feira, 30 de maio de 2013
NÃO VOU SAIR DA MAÇONARIA
Por
que saí da Maçonaria ?
COLABORAÇÃO DO IRMÃO DOMICIO FERREIRA NEVES
1º. VIGILANTE DA LOJA MAÇÔNICA ALPHA E ÔMEGA
Saí da Maçonaria porque era curioso em saber o que se passava lá dentro, quando eu estava fora, e depois de iniciado vi que não tinha graça nenhuma,
Saí da Maçonaria porque muitas vezes via os Irmãos com mais tempo de Ordem do que eu se auto vangloriar por que tinham mais tempo de casa,
Saí da Maçonaria porque me Irritava ver Irmãos chegando atrasado na Sessão,
Saí da Maçonaria porque via Irmãos disputando qual rito era mais bonito e importante,
Saí da Maçonaria porque via Irmãos reparando nos outros, que vinham para Sessão com o terno amassado, sapato sujo ou de balandrau,
Saí da Maçonaria porque os Irmãos Faltam demais às Sessões,
Saí da Maçonaria porque via os Irmãos muito mais preocupados com o segundo tempo do que com a Sessão,
Saí da Maçonaria porque ela vive de passado, e não de presente e futuro,
Saí da Maçonaria porque a culpa de todas as falhas é do Grão Mestre, e do Venerável Mestre,
Saí da Maçonaria porque via muitas fofocas entre os Irmãos,
Saí da Maçonaria porque Irmãos vão a Sessão satisfazerem suas vontades, e nunca se oferecem a ajudar ninguém,
Pensando Bem:
Não vou sair da Maçonaria, porque a Ordem é iniciática e os passos seguintes devem ser dados por mim, e para ela não ficar sem graça eu também devo ser motivo de inspiração para meus Irmãos.
Não vou sair da Maçonaria porque eu também fui incrédulo quando me vangloriei por ter mais tempo que alguém na Ordem, e devo parar de ser orgulhoso.
Não vou sair da Maçonaria porque quando chego atrasado a Sessão quero que todos entendam o meu motivo, e por ignorante que sou, não sou capaz de entender o motivo do outro.
Não vou sair da Maçonaria porque percebi que ela é muito mais importante que seus ritos, e não existem ritos melhores ou piores.
Não vou sair da Maçonaria porque devo parar de reparar nos Irmãos que chegam de terno amassado, e devo ficar feliz por que mesmo de balandrau meu Irmão veio a Sessão.
Não vou sair da Maçonaria porque eu também falto as Sessões e muitos Irmãos me Ligam perguntando por que eu faltei. E eu alguma vez já fiz isso?
Não vou sair da Maçonaria porque tenho que parar de criticar meus Irmãos que estão ali mais preocupados como segundo tempo, pois eu também participo e devo recusar os convites já que acho que tão errado nos outros, e mesmo que eu não vá, jamais criticá-los.
Não vou sair da Maçonaria porque eu também sou responsável pelo presente, objetivando o futuro e devo fazer a diferença onde estou.
Não vou sair da Maçonaria porque não estou ali por causa de seus dirigentes, e se os mesmos falham devo ajudá-los com sugestões e apontamentos de saída dos problemas e não apenas criticá-los.
Não vou sair da Maçonaria porque não devo fazer fofocas de Irmãos, ou não participar de fofocas.
Não vou sair da Maçonaria porque devo ajudar meus Irmãos e estar sempre a disposição e a serviço do outro, e não apenas esperar que os outros façam por mim;
Pensando bem eu acreditava que o problema estava nos outros mas eu cometia todos os vícios que pensava não tê-los, e por isso não vou sair da Maçonaria, porque eu devo sentir em mim ser objetivo de mudança, nunca desistir, quantas vezes queremos tirar os ciscos dos olhos dos outros e não vemos a trave nos nossos olhos. Os problemas muitas vezes estão na gente e não nos outros, às vezes a mudança parte de nós, e a culpa estava em mim e não nos outros.
Por isso não vou sair da Maçonaria, vou trabalhar a pedra bruta que atrapalha meu coração de ser paciente, tolerante, prestativo e compreensivo com meus Irmãos, para servir a sociedade de Maneira Justa e Perfeita, para que ela seja também um reflexo meu, e se ela precisar de mudanças é sinal que eu também preciso de mudanças, e Já que o Grande Arquiteto Do Universo é Deus, devo acreditar mais nele, para que sejamos cada vez melhores e mais fraternos.
Um Tríplice e Fraternal Abraço,
* Vítor Andrade
Profº de História / Pós Graduando em História da Maçonaria
Obreiro da A.'.R.'.L.'.S.'.Universitária Verdade e Evolução 3492
Marcadores:
ORDEM MAÇÔNICA,
TRABALHOS APRESENTADOS
segunda-feira, 20 de maio de 2013
MUSICA MAÇÔNICA MOZART
A MÚSICA MAÇÔNICA DE MOZART
Um dos mais fantásticos músicos da história, maçom,criatividade incomum, reunindo 675 peças, dentre elas várias composições maçônicas
Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart, seu nome de batismo, nasceu em Salzburg, na Áustria, em 27 de janeiro de 1756, Mozart preferia ser chamado de Amadeus, pois o nome Theophilus, dado por seu padrinho Johannes Theophilus Pergmayr e que em grego significa amigo de Deus, tinha, em sua forma latina, um som mais agradável: Amadeus. Algumas vezes assinava com a forma francesa Amadè.
Leopold, o pai, percebeu desde cedo o talento e ensinou-lhe música, pois era teórico e virtuose de violino, tendo o cargo de compositor de câmara e mestre-capela do príncipe-arcebispo de Salzburg. Dos sete filhos de Anna Maria Pertl e Johan Georg Leopold Mozart, sobreviveram apenas Wolfgang e sua irmã, quatro anos mais velha, Maria Anna Walpurga Ignatia, apelidada de Nannerl.
Leopold exerceu um importantíssimo papel na vida de Wolfgang. A formação moral, religiosa e humanística, juntamente com a sólida preparação musical, deve ser inteiramente creditada a Leopold. O carater pedagógico da obra "Ensaio sobre os Fundamentos da Escola de Violino", escrita e editada em 1756 por Leopold, também publicada em outras línguas, já prenunciava a base da esmeralda e cuidadosa formação de seus filhos, pois Nannerl era desde pequena uma exímia cravista.
As primeiras composições de Wolfgang datam de 1762, quando tinha 6 anos e eram trios de cravo, violino e piano para serem tocados com a irmã e o pai. A primeira apresentação pública de Mozart foi aos cinco anos de idade na Universidade de Salzburg. A exemplo de outros pais de sua época, Leopold nada havia de impróprio na exibição e exploração do abençoado talento do filho. Em janeiro de 1762, Wolfgang, o pai e a irmã partiram para uma viagem de três semanas a Munique, onde se apresentaram para o príncipe eleito da Baviera, Maximiliano José.
França, Alemanha, Checoslováquia, Inglaterra e Itália conheceram o prodígio Mozart, que encantava príncipes e imperadores.
Iniciaram-se neste ponto as muitas viagens que a família Mozart fizeram pela Europa, todas muito bem documentadas, pois os Mozart eram profícuos correspondentes, além de Leopold escrever detalhados diários de viagem. Entre 1762 e 1791, ao longo de 29 anos, foram trocada 1.200 cartas entre pai, mãe, irmã e amigos. A França, Alemanha, Itália Checoslováquia, e Inglaterra conheceram o prodígio Mozart, que encantou imperadores, príncipes, nobres e burgueses. Algumas dessas viagens duraram três anos e as precárias condições dos transportes, estradas e hospedarias aliadas ao duro clima europeu, submeteram as crianças a constantes doenças como febre tifóide, reumatismo e ataques de varíola.
Num dos retornos a Salzburg, Mozart foi empregado como mestre-concerto da capela da corte, onde Leopold ocupava o cargo máximo de Kapellmeister ou mestre-capela ( equivalente a regente ), do príncipe arcebispo Sigismund, conde de Schrattenbach.
As viagens continuaram: primeiro para Milão, depois para Bolonha, onde, em uma audiência com o papa Clemente XIV, Mozart recebeu a grande comenda "Ordem do Cavaleiro da Espada Dourada", uma alta honraria para um jovem artista de apenas quatorze anos.
De Salzburg, chegaram notícias de que um novo patrão, o príncipe-arcebispo Hyeronimus Colloredo, reclamava da ausência de seus dois músicos. As várias cortes européias eram formadas por cidades-estados independentes, regidos por uma corte imperial. Salzburg, sua cidade natal, embora também tivesse sua corte, se tornaria muito pequena para o cosmopolita Mozart. Aos dezesseis anos e tendo até então composto muitas peças de reconhecida qualidade, além de sete óperas, algumas com estrondosa repercussão, Wolfgang tentava, em cada capital, um emprego mais prestigioso e com maior remuneração.
As idas e vindas de pai e filho desagradavam profundamente o príncipe-arcebispo Colloredo, que, inquieto, recebia por comentários de visitantes, artigos e críticas de jornais, notícias da movimentação musical que seus empregados faziam pelo continente.
Durante uma viagem com a mãe Anna Maria, a Mannheim, Mozart apaixonou-se perdidamente pela principal cantora lírica de uma companhia de óperas, Aloysia Weber, que tinha dezesseis anos. Teve que desistir da jovem pressionado pelo seu pai, que através de insistentes cartas, ordenava sua ida a Paris em busca de emprego e segurança, pois de casacas, condecorações e relógios presenteados já estavam fartos e as constantes viagens só aumentavam as dívidas.
Paris, durante o inverno de 1778, fervilhando de artistas do calibre de Mozart, não recebeu muito bem o jovem compositor. Sua mãe, abalada por graves problemas de saúde, morreu longe de casa. Triste e sozinho, Mozart ainda permaneceu por mais três meses na capital francesa, aguardando um emprego que nunca se confirmou. A caminho de Salzburg, Mozart passou por Munique onde estava atuando a companhia de óperas de Fridolin Weber, pai de Aloysia, que, mais uma vez desprezou as investidas do apaixonado.
Chegando a Salzburg, Mozart foi nomeado organista da corte e permaneceu executando suas funções por 24 meses. Foram dois anos de rotina aborrecida, quebrada apenas por uma ópera encomendada pelo príncipe Carl Theodor, para a temporada lírica de Munique.
A permissão de ausência concedida para ir a cidade próxima, distante 120 quilômetros, por um peíodo de seis semanas, expiraria em breve e os atrasos nos ensaios que o compositor viera acompanhar precipitariam alguns importantes acontecimentos: Mozart cansara-se da vida de músico empregado, que apesar do salário razoável, tinha que se vestir de libré, ( uma espécie de casaco característico para distinguir os empregados ) e comia na cozinha, juntamente com os outros criados; sua antiga paixão, a jovem Aloysia Weber, casara-se com Joseph Lange, ator e retratista oficial da corte de Viena; sua nova ópera Idomeneo, a que se atrasara, havia estreado em munique e fora aclamada pela crítica e público como magnífica.
De volta a Salzburg, cansado, dezesseis semanas depois, Mozart sentiu que as desavenças com Colloredo recrudesceram. O acontecimento principal e marcante ocorreu na viagem com a corte do arcebispo a Viena, onde seria coroado o novo imperador Joseph II. Mozart foi despedido por recusar-se a cumprir uma tarefa que julgara ridícula e desimportante: a de levar uma correspondência de volta de Salzburg. Expulso da comitiva de Colloredo, refugiou-se como hóspede na casa da família Weber e suas quatro filhas.
A cidade de Viena em 1781, uma das mais exuberantes da Europa, era uma capital de 175 mil habitantes, efervescentes e próspera. O novo Imperador Joseph II, empenhado em reformar o Estado, criou condições para que um caldo de cultura invadisse i império austro-húngaro. Em Viena, músicas eram ouvidas a qualquer hora do dia ou da noite e onde Mozart, o primeiro profissional independente da música, encontraria espaço para legar ao mundo 675 composições 35 anos de sua curta existência.
As obras de Mozart foram cuidadosamente catalogadas por seu pai, a partir de 1768, quando o compositor tinha 12 anos.
Mozart, com a idade de 11 anos.Posteriormente, foram completadas pelo Ludwig Ritter Von Köchel, que 100 anos depois, em 1862, publicou o "Índice Cronológico de Wofgang Amadeus Mozart", conhecido simplesmente por índice Köechel, que resulta na letra K seguida do número da composição.
Sua vida como músico independente, começou com modéstia. Em junho de 1781, ele se desculpava em carta ao pai, por mandar somente 30 ducados, pois até o momento tinha apenas uma aluna e conseguia, com muito custo, sobreviver. Mas antes do fim do outro mês, já estava também dando aulas para a filha de um conselheiro da corte. Morando com a família Weber, o jovem de 25 anos viu-se envolvido pela então Maria Cecília que alcoviteiramente, propôs-lhe o namoro com a mais nova de suas filhas, a também cantora lírica Constanze.
Um ano depois, em julho de 1782, com a situação financeira mais estável, tendo então vários e famosos alunos e com o estrondoso sucesso da ópera "O rapto do Serralho" ( texto cômico, ambientado em um harém turco ), Mozart pediu permissão ao pai para se casar. Casaram-se Constanze e Mozart em 4 de agosto de 1782, sem a presença do pai e da irmã. Combinando as funções de professor de violino e piano, compositor de obras encomendadas e empresário de concertos por assinatura, os Mozart prosperaram. Em apenas um ano, mudaram-se para o cobiçado apartamento de primeiro andar, status de alta burguesia em Viena. Festas, Saraus e bailes eram constantes no amplo apartamento de Wipplin-gerstrasse.
Em maio de 1783, nasceu o primeiro filho do casal, Raymund Leopold, morrendo 4 meses depois de cólica intestinal, durante a ausência do casal, que tinha ido a Salzburg para que Constanze conhecesse o pai e a irmã.
O ano seguinte, 1784, foi um dos mais produtivos do período. Em março regeu dezenove concertos com casa lotada e recebeu inúmeras encomendas, regiamente pagas.
Foi iniciado Maçom e aprofundou sua amizade com o já famoso e aclamado compositor Joseph Haydn que conhecera na sua chegada à capital.
Em 1785, Mozart viveu seu ano de glória.Colhia louros e fartos lucros de concertos por assinaturas, aulas particulares e direitos autorais pela edição de suas partituras.
O ano do triunfo de Mozart foi em 1785, que, na presença de Leopold que o visitava, colhia louros e fartos lucros de concertos por assinaturas, aulas particulares para jovens e talentosos intérpretes ( Beethoven teve aulas com ele ) Direitos autorais pela edição de suas partituras e pelo prestígio do imperador Joseph II, presente em várias de suas concorridas audições. Numa das centenas de cartas ao pai, Mozart diz: "(...) O senhor deveria ouvir o que este novo arco de violino pode fazer, são sutis nuances que eu nunca ouvi antes! A haste é feita de uma madeiravermelha vinda de Pernambuco, no Brasil, que é forte e flexível, elástica como o cabo de um bom chicote (...)".
Mozart continuou sua produção musical em ritmo alucinante, combinando o fluxo de dinheiro, festas e extravagância, com precária saúde em declínio.
Mozart adorava jogar, ficando a mesa de bilhar ao lado do piano e que serviu muitas vezes de "mesa de composições", como qualquer lugar que ele encontrasse para repousar a pena e a folha pautada. Gostava também de esgrima, da dança e de cavalgar. Em 1786, estrearam a sinfonia : Praga"e a ópera Às Bodas de Fígaro", dois grandes sucessos em Viena e também em Praga, cidade para onde se dirigiu o casal em busca de sucesso, permanecendo nesta capital por treze meses. Em 1787 foi o ano da morte de Leopold, aos 68 anos. Foi um período de grande sofrimento e muito trabalho na composição de uma ópera para o teatro em Praga, o famoso drama dramático "Dom Giovanni", sendo Mozart ovacionado em cena aberta, em várias audições. Também neste período, houve o agravamento de problemas renais. As crises levavam Mozart a alternar períodos de euforia e depressão. Triunfando em Praga, retornou a Viena para uma boa notícia: fora contratado como Kammer-musicus ou compositor da corte imperial, com salário anual de 800 florins, apenas razoável para o padrão de vida dos abastardo de Mozart. Nos três anos seguintes, as finanças de wolfgang foram completadas por vários empréstimos feitos por um empresário, mestre maçom de sua Loja, Michael Puchberg.
Sua saúde declinava e Constanze, uma mulher frágil e magra, dos seis partos que tivera, somente dois filhos tinham conseguido atingir a idade maior do que um ano. Em 1791, no último e mais importante ano musical, Mozart, debilitado, compôs entre outros, a ópera "A Flauta Mágica", seu maior sucesso de público e crítica e a magnífica e impressionante "Missa de Réquiem". Contrariando a crença difundida alguns anos após, de que a morte lhe encomendara uma música para o seu funeral, a missa de Requiém foi uma peça encomendada pelo rico e excêntrico conde Franz Von Walssegg-Stupach, que se apresentara a Mozart disfarçando em criado, pagara um preço acima da média e que tinha o costume de assinar, como de sua autoria, composições de vários compositores da época.
Esta obra foi completada na terça parte que faltava, após a morte do compositor, por seu discípulo e copista auxiliar Franz Xavier Sussmayr, conforme orientações expressas por Mozart. Na madrugada do dia 5 de dezembro de 1791, Mozart morreu de insuficiência renal aguda e febre reumática, aos 35 anos de idade, legando a humanidade, um gigantesco acervo de 675 obras da mais fina ourivesaria musical.
O principal motivo para este trabalho foi, inicialmente, a busca de informações a respeito de um "Hino Maçônico"composto por Mozart, citado em Loja pelo irmão Célio Garcia, em 1990. O tal hino era, na verdade, a célebre obra-prima "Música Fúnebre Maçônica", mas nesta envolvente busca, aflorou com uma inesperada e surpreendente riqueza de detalhes, o maior compositor do período musical clássico, Wolfgang Amadeus Mozart.
Mozart foi iniciado na Maçonaria em 14 de dezembro de 1784, aos 28 anos na Loja A Beneficiência em Viena
Mozart foi iniciado na Maçonaria em 14 de dezembro de 1784, aos 28 anos, na loja "A Beneficiência" ( Zur Wohltatigket ) em Viena, uma dentre as 57 oficinas ( 17 na Áustria, 7 na Bohêmia, 4 na Galícia, 12 na Hungria e 17 nos Países Baixos ), filiadas à Grande Loja da Áustria ( Grosse Landesloge von Österreich ). Eram apoiadas pela poderosa Grande Loja da Alemanha. A Loja "A Beneficiência" realizava suas sessões no templo de uma loja maior e mais influente, chamada A Verdadeira Concórdia ( Zur Wahren Eintracht ).
A Europa do século XVIII fervilhava com os ideais humanistas. As sociedades secretas proliferavam e, entre tantas outras, as mais conhecidas eram: os Irmãos Asiáticos, os Iluminados da Baviera, o Escocesismo e a antiga Rosa-Cruz. Algumas ordens estavam concentradas nos ideais revolucionários e nas ações políticas, mas no geral, as sociedades estavam mais voltadas aos ideais da filosofia, fraternidade e, principalmente, aos oportunos tráficos de influência. A Maçonaria era uma das sociedades que mais se desenvolveram no século XVIII. Em 24 de junho de 1717, dia de São João Batista, padroeiro dos antigos maçons operativos, foi criada a Grande Loja de Londres, com a reunião de quatro lojas maçônicas, numa federação, à qual outras lojas vieram a se filiar. O objetivo era dar unidade aos ritos, usos e costumes advindos da evolução das quildas e hansas construtivas desde a Idade Média. A partir do século XVII, os pedreiros maçons aceitavam,em suas lojas esparsas e ocasionais, intelectuais, oficiais militares, nobres e outros não "operativas" em seu seio. Desde 1646, quando o astrólogo e esotérico Elias Ashmole fora aceito e iniciado em uma loja operativa de Warrington, na Inglaterra, as lojas maçônicas ou oficinas deixaram a conotação obreira - o ofício da construção - para se dedicar às especulações filosóficas, metafísicas, esotéricas e científicas. Trabalhavam em torno de símbolos ligados à arte da construção, razão pela qual a Ordem passou a ser chamada de simbólica.
A Maçonaria floresceu na Áustria, Bohêmia e Hungria, principalmente pelo exemplo dado por Franz Stephen, duque de Lorraine e príncipe-consorte da imperatriz austríaca Maria Thereza. Ele se tornara maçom em 1731, iniciado em Haia, numa loja ocasional, constituída por Theophilus Desaguiliers ( que participa com John Anderson na elaboração da Constituição dos Maçons ), que era grão-mestre da grande Loja da Inglaterra.
Atribui-se a Franz Stephen a consolidação da primeira loja maçônica de Viena: "Os Três Canhões" ( Die Drei Kanonen ) e por ter convencido o falecido sogro e imperador, Carlos VI, a não aplicar, em seus territórios, a Bula Papal "In Eminenti", sancionada em 1738 por Clemente XII, que condenava os maçons. Desde os primórdios até 1789, a maçonaria austríaca desenvolveu-se de forma soberba, tornando-se o principal ponto de encontro da elite intelectual.
O ritual adotado para os trabalhos nas oficinas era o Rito da Estrita Observância, ou Rito Escocês Retificado, criado em 1761 na Alemanha pelo barão Karl Gathen Von Hundt, que compreendia três graus simbólicos: Aprendiz, Companheiro, Mestre e quatro graus filosóficos: Mestre-Escocês, Neófito, Templário e Cavaleiro Professo. A partir do início do ano de 1785, uma série de editos desencadeou o acaso da maçonaria na Áustria. O ministério da Polícia e o imperador Joseph II acreditaram nos boatos de que os maçons tramavam a queda da Casa Real de Habsburg e que se haviam tornado demasiado influentes, com lojas cada vez mais ricas e poderosas. O Objetivo era também de coibir o crescimento acelerado de centenas de ordens herméticas e secretas e eliminar as correntes pseudomaçônicas que ploriferavam por todo o império austro-hungaro. Baixou então um decreto de expurgo, onde cada cidade deveria ter, no máximo, três lojas maçônicas.
Reorganizaram-se as nove lojas de Viena e vários de seus membros, por temor, afastaram-se. As exigências do imperador sobre listas de membros, cargos e outras informações é que nos permitem, hoje, ter acesso a muitos documentos sobre a Maçonaria austríaca, Mozart e a situação da Ordem no século XVIII.
Ao analisarem a produção de Mozart, ao longo de 1785,os mais importantes musicólogos selecionaram 24 obrascom marcante influência dos ensinamentos maçônicos.
Mas as ligações de Wolfgang com a Maçonaria começaram muito antes de sua iniciação. Em fins de 1767, Leopold, Anna Maria, Narnnel e Wolfgang com 11 anos, deixaram Salzburg e foram para Viena para as bordas nupciais da arquiduquesa Maria Josepha com o rei Ferdinando de Nápoles. O ambiente festivo transformou-se em luto, pois uma epidemia de varíola vitimou centenas de pessoas, inclusive a noiva real. Para não correr riscos, os Monzart partiram para Olmutz, na Checoslováquia. Mesmo assim, as crianças sofreram leves ataques de varíola e foram tratadas pelo Dr. Josef Wolff, conceituado maçom. O menino Wolfgang, em agradecimento, compôs uma melodia para o médico, sobre um texto maçônico escrito pelo poeta Johann Peter Uz, celebrando a "Alegria, Rainha dos Sábios".
Acostumado desde criança ao estudo intensivo da literatura e da poesia, o jovem músico encantou-se com a coletânia de poemas maçônicos publicados em Berlim um ano antes, extraido dela o texto "A Amizade". Após sua iniciação, doze anos depois, Mozart colocou na canção um subtítulo "Cântico Solene para uma Loja de São João" ( Lobgesang Auf Die Feierliche Johannisloge ) e foi destinada à cerimônia litúrgica "Cadeia de União", que segundo o ritual em uso, era como se encerravam todas as sessões das lojas. Os primeiros versos são:
Oh sagrados laços que unem os verdadeiros Irmãos tal como a maior felicidade e delícias do Eden Para teus círculos sou sempre atraído pois torna a vida bela e cheia de encantos.
Marcadores:
ORDEM MAÇÔNICA,
TRABALHOS APRESENTADOS
Assinar:
Postagens (Atom)






_1764.jpg)