domingo, 27 de outubro de 2013

XIV CONVENÇÃO NACIONAL DO RITO BRASILEIRO

Foi realizado em Santos de 17 a 20 de Outubro de 2013 a XIV Convenção Nacional do Rito Brasileiro .O Irmão Antonio Jair Amarante Garcia , membro da Loja Maçônica Alpha e Ômega , esteve presente a esse evento .Segue abaixo o link de fotos : 
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* Segue abaixo fotos e textos do site do Supremo Conclave do Brasil ( Rito Brasileiro )

CERIMÔNIA OFICIAL DE ABERTURA DA XIV CONVENÇÃO NACIONAL DO RITO BRASILEIRO - SP

Prosseguindo a programação da XIV CONVENÇÃO NACIONAL DO RITO BRASILEIRO, realizada ao Clima de Santos (SP), no período de 17 à 20 de outubro de 2013, foi procedida a ABERTURA OFICIAL DO EVENTO, na noite do dia 18 de outubro de 2013.

Dentre as autoridades maçônicas dos Altos Graus e dos Graus Simbólicos, presentes à Sessão, destacamos as seguintes:
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Eminente irmão Omar Godoy Junior, Poderoso Irmã Anibal Martinez, Sapientíssimo Irmão Euripedes Barbosa Nunes, Soberano Irmão Nei Inocencio dos Santos e Poderoso Irmão Edson Fernandes
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Poderoso Irmão João José Viana, Sapientíssimo Irmão Eurípedes Barbosa Nunes e Poderoso Irmão Anibal Martinez
Soberano Irmão NEI INOCENCIO DOS SANTOS 33º, Grande Primaz do Rito Brasileiro; Sapientíssimo Irmão EURIPEDES BARBOSA NUNES, Grão-Mestre Geral Adjunto do Grande Oriente do Brasil; Sereníssimo Irmão WALTER ALEXANDRE FERRAZ 33º, Grande Regente do Rito Brasileiro; Eminente Irmão MÁRIO SÉRGIO NUNES DA COSTA, Grão-Mestre Estadual do Grande Oriente do Brasil no Estado de São Paulo (GOSP); Poderoso Irmão FERNANDO TULIO COLACIOPPO SOBRIHO, Secretário Geral de Comunicação e Informática Adjunto do GOB; Dra. ROSMARY CORRÊA, Presidente do Conselho da Condição Feminina do Estado de São Paulo; Poderosos Irmãos ANIBAL MARTINEZ e EDSON FERNANDES, respectivamente Secretários Gerais Adjuntos de Relações Públicas e de Comunicação e Informatica do GOB; Poderoso Irmão RUIVALDO ROCHA MOURA, Secretário Estadual de Educação e Cultura do GOB-AM; Poderoso Irmão RICARDO TRECCO, Secretário Estadual de Ritualística do GOSP; Poderoso Irmão JOÃO JOSÉ VIANA, Assessor Especial do GOB.
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A partir da esquerda, Sereníssimo Irmão Jose Dile, Eminente Irmão Daniel Emerenciano, Sapietíssimo Irmão Pio Castelar, Soberano Irmão Nei Inocencio, Sereníssimos Irmãos Gelcy Dias, Arnaldo Gurgel, Cesar Dourado, Arnaldo Gurgel, Acácio Ramos e Firmino Gameleira
Sereníssimos Irmãos Grau 33 - Membros Efetivos: GELCY CLOVES DIASCESAR ROBERTO DANIEL DOURADOMANSSUR ASSAFIMALEXANDRE DOS SANTOS DA COSTAALEXANDRE PETRI,PEDRO PAULO VIEIRA DE MENEZESARIOVALDO TORRESSON EDSON BARSANTIANTONIO BENEDITO FRANCISCHINELLICIRO HENRIQUE POSSIDÔNIOACÁCIO RAMOS ARAUJOJOSÉ JOÃO MACHADOFIRMINO GUSTAVO GAMELEIRA e ARNALDO JOSÉ GURGEL.
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Chegada da comitiva de Irmãos de Santa Catarina, em primeiro plano o Eminente Irmão Antonio Carlos Prazeres
Sapientíssimos Irmãos Grau 33 - Membros Beneméritos: JULIO CESAR DA COSTAJOSÉ DILE DA GUIALUIZ PIO CASTELAR.
O Sapientíssimo Irmão JULIO CESAR DA COSTA, no ato, representou formalmente por Ato, o Eminente Irmão AMINTAS XAVIER DE ARAUJO, Grão-Mestre Estadual do GOEMG.
Eminentes Irmãos GRAU 33 - Delegados Litúrgicos do Rito Brasileiro: MÁRCIO CESAR DE CASTRO MORAIS, da 2ª DLRB/SP; NELSON CESAR TAVARES DA COSTA, das 3ª e 4ª DLRB/SP; JOEL MARQUES GOMES, da Delegacia Litúrgica do Estado do Mato Grosso do Sul; ORISVALDO FÉLIX BARBOSA, da 4ª DLRB/BA; CLAUDIO MANOEL COELHO DE RESENDE, da 3ª DLRB/MG; JOSÉ ANTONIO DE FREITAS, da 6ª DLRB/MG; OTACILIO BATISTA DE ALMEIDA, da DLRB dos Estados da PB e PE; ; GUILHERME RODRIGUES LISBOA, da 1ª DLRB/SC; ANTÔNIO CARLOS PRAZERES, da 2ª DLRB/SC e JULIO CESAR DA COSTA, das 1ª, 2ª, 4ª 5ª e 7ª DLRB/MG. O Eminente Irmão  JOSÉ ROBSON GOU VEIA FREIRE se fez representar atrave´s de ato pelo Eminente Irmão AUGUSTO PAES 33º.
O Eminente Irmão OMAR GODOY JUNIOR 33º, Presidente da GOIGS OMAR GODOY, ao Vale de Vilhena (RO)
O Irmão FABIANO CHINEN, Venerável Mestre da Loja Barão de Mauá Nº 3521, ao Oriente de santos, e seus obreiros.
Compareceram ainda inúmeros Irmãos Grau 33 - Membros Extranumerários, Presidentes e obreiros de Corpos Filosóficos do Rito Brasileiro, Veneráveis Mestres das Lojas Simbólicas, Mestres Instalados, Respeitáveis Mestres, Companheiros e Aprendizes. Prestigiaram ao magno evento os Irmãos dos Estados do Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.
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Ás 20h30m, o Diretor de Cerimonial Sereníssimo Irmão WALTER ALEXANDRE FERRAZ 33º, deu início a cerimônia, primeiramente coordenando a entrada formal das Autoridades Maçônicas e Comitivas, orientadas pelo Sereníssimo ARIOVALDO TORRESSON 33º, exercendo o cargo de Mestre de Cerimônias.
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As fotos acima registram o momento do ingresso da comitiva dos Eminentes Irmãos Grau 33 Extranumerários
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Momento da entrada da Comitiva de Eminentes Irmãos Grau 33 - Delegados Litúrgicos do Rito Brasileiro
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Ingresso da Comitiva de Irmãos Grau 33 - Membros Efetivos e Beneméritos do Supremo Conclave do Brasil
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Ingresso do Soberano Grande Primaz Nei Inocencio dos Santos 33º, acompanhado do Sapientissimo Irmão Eurípedes Barbosa Nunes e do Eminente Irmão Mário Sérgio Nunes da Costa e demais autoridades maçônicas
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Ingresso do Estandarte do Supremo Conclave do Brasil para o Rito Brasileiro
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Autoridades Maçônicas que prestigiaram com as suas presenças a magna cerimônia
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A cerimônia foi presidida pelo Eminente Irmão MÁRCIO CESAR DE CASTRO MORAIS 33º, Delegado Litúrgico da 2ª DLRB/SP que apoiou a consecução da Convenção; os demais lugares forma ocupados pelas seguintes autoridades: Soberano Irmão NEI INOCENCIO DOS SANTOS 33º, Grande Primaz do Rito Brasileiro; Sapientíssimo Irmão EURÍPEDES BARBOSA NUNES, Grão-Mestre Geral Adjunto do GOB; Eminente Irmão MARIO SÉRGIO NUNES DA COSTA, Grão-Mestre Estadual do GOSP; Poderoso IrmãoMOACYR DE SOUZA MACIEL, Deputado Federal da SAFL-GOB, Presidente da Comissão de Redação, representando o Soberano Irmão ADEMIR CÂNDIDO DA SILVA, Presidente da PAEL-GOB; FABIANO CHINEN, Venerável Mestre da Loja Barão de Mauá nº 3521; Dra ROSMARY CORREA, Presidente do Conselho da Condição Feminina do Estado de São Paulo.
Dando continuidade ao cerimonial os Veneráveis Mestres deram entrada ao Salão portando o Estandarte da sua Loja, tendo a frente o da ARLS Barão de Mauá Nº 3521, patrocinadora do evento:
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Em seguida foi entronizado o Pavilhão Nacional, quando todos cantaram o Hino Nacional Brasileiro.
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Após todos ocuparem os seus lugares, o Eminente Irmão MARCIO CESAR DE CASTRO MORAIS, procedeu a abertura da cerimônia, agradecendo a presença de todos, bem como aos Irmãos envolvidos na organização do evento e das 9 Lojas simbólicas do Rito no âmbito da Delegacia.
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Prosseguindo, foi lido um texto no qual solicitava a proteção do SADU no transcorrer da cerimônia.
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O Diretor de Cerimonial Sereníssimo Irmão WALTER FERRAZ 33º procedeu a leitura do Ato do Eminente Irmão AMINTAS DE ARAUJO XAVIER, Grão-Mestre estadual do GOEMG, que designou o Poderoso IrmãoJULIO CESAR DA COSTA para representa-lo no evento.
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Poderoso Irmão RicardoTrecco, Sec. Est. de Ritualistica do GOSP; Poderoso Irmão Edson Fernandes, Sec. Geral de Comunicação e Informatica Adj. do GOB; Poderoso Irmão Ruivaldo Rocha Moura, Sec. Est. de Educação e Cultura do GOB-AM; Poderoso Irmão José João Viana, Assessor Especial do GOB; Poderoso Irmão Anibal Martinez, Sec. Geral de Relaçoes Publicas Adj. do GOB e Poderoso Irmão Fernando Tulio Colassioppo Sobrinho, Sec. Geral de Comunicação e Informática Adj do GOB.
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As fotas acima registram os participantes da magna cerimônia
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Os Serenissimos Irmãos Grau 33 do Supremo Conclave do Brasil
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O nosso colaborador Gutenbergue
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Sereníssimo Irmão Alexandre dos Santos da Costa e a cunhada Elisangela Cavalcante Feres da Costa
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A palavra foi concedida aos membros da mesa para se pronunciarem das quais destacamos a fala do Sapientíssimo Irmão EURÍPEDES BARBOSA NUNES, quando destacou a necessidade de cultivarmos o amor das nossas mulheres, falou sobre a evolução (melhor involução) das relações do homem-mulher nas fases do namoro ao casamento, a perda paulatina do cuidado, do carinho com a sua amada, e instigou aos Irmãos presentes para que dessem às suas esposas, amanhã, "uma prova de confiança, e enquanto nós maçons estivermos nas atividades da Convenção, e as nossas esposas fazendo suas compras, que emprestem às cunhadas o seu cartão de crédito com a devida senha para elas poderem usar".
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Cunhadas Iva Valente dos Santos, Cecília e Vera Lúcia Assafim
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Os Sereníssimos Irmãos Cesar Dourado (E) e Alexandre da Costa (D),  e o Sapientissimo Irmão Julio Cesar da Costa (C)
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O Eminente Irmão Otacílio Batista e a Cunhada Maria Helena
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O Irmão NEI INOCENCIO DOS SANTOS 33º, antes de proceder a sua fala, por proposição do Sereníssimo Irmão WALTER ALEXANDRE FERRAZ 33º, Grande Regente do Rito Brasileiro, foi efusivamente aclamado pelos presentes como candidato eleito à mais uma reeleição para o cargo de Grande Primaz do Rito Brasileiro, para o período 2014 -2019. O Grande Primaz NEI INOCENCIO DOS SANTOS 33º, ao proferir suas palavras, agradeceu aos presentes, parabenizou a organização do evento, enalteceu a palestra da DraROSMARY, em defesa da mulher, agradeceu a aclamação dos Irmãos para permanecer por mais uma gestão e promoveu algumas homenagens em razão da dedicação de Irmãos e da Loja Barão de Mauá Nº 3521, para a consecução e sucesso do evento, bem como materializando seu agradecimento aos palestrantes.
Foram agraciados com placas alusivas as seguintes personalidades:
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Dra ROSMARY CORRÊA, Presidente do Conselho da Condição Feminina do Estado de São Paulo e Palestrante no evento;
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Cunhada ROSA MARIA RIERA recebendo sua homenagem das mãos da cunhada IVA VALENTE DOS SANTOS;
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Sereníssimo Irmão ARIOVALDO TORRESSOM 33º, Grande Secretário de Relações Exteriores da Magna Reitoria;
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Venerável Irmão ORLANDO GALANTE ROLLO, Deputado Estadual do GOSP;
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Venerável Irmão MARCELO MARIGLIANI ARIAS, Presidente da Comissão Organizadora da Convenção;
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Ilustre Irmão FABIANO CHINEN, Venerável Mestre da Loja Barão de Mauá Nº 3521;
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Irmão MÁRCIO CESAR DE CASTRO MORAIS 33º, Delegado Litúrgico da 2ª DLRB/SP;
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Irmão JULIO CESAR DA COSTA, Secretário Geral de Ritualística Adjunto para o Rito Brasileiro, do GOB e Palestrante;
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Irmão WALTER ALEXANDRE FERRAZ 33º, Grande Regente do Rito Brasileiro;
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Irmãos da ARLS BARÃO DE MAUÁ Nº 3521, Loja patrocinadora do evento;
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Irmão MÁRIO SÉRGIO NUNES DA COSTA, Grão-Mestre Estadual do GOSP;
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Irmão EURÍPEDES BARBOSA FILHO, Grão-Mestre Geral Adjunto do GOB.
Finda as homenagens, o Soberano Irmão NEI INOCENCIO DOS SANTOS, informou aos presentes, que no dia 06 de novembro, ao Clima de Brasília (DF), o Sapientíssimo Irmão EURÍPEDES BARBOSA NUNES, Grão-Mestre Geral Adjunto do GOB, será recepcionado no Grau 33 dos Altos Graus Rito Brasileiro.
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Eminente Irmão Claudio Manoel Coelho de Resende, Delegado Litúrgico da 3ª DLRB de Minas Gerais, com sede em Uberaba (MG)
Finalizando foi apresentada a candidatura da cidade de Uberlândia, para sediar a XV Convenção Nacional do Rito Brasileiro, que numa primeira votação foi vencedora por unanimidade, mas a formalização da escolha se dará, no dia 20 de outubro, quando do encerramento da atual Convenção.
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Em seguida foi formada a comotiva de Irmãos e a guarda para a retirada do Pavilhão Nacional.
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No ensejo o Eminente irmão MÁRCIO CESAR DE CASTRO MORAIS 33º, convidou à todos para participarem do coquetel que foi servido a seguir.
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Soberano Grande Primaz com os Membros Efetivos e Beneméritos do Supremo Conclave
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Soberano Grande Primaz com o Delegados Litúrgicos do Rito Brasileiro
 



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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

OS VICIOS

L'océan by Richard Clayderman on Grooveshark
TRABALHO APRESENTADO PELO IRMÃO PAULO HENRIQUE CUNHA
Grande Oriente do Brasil Grande Oriente do Brasil Minas Gerais A.’.R.’.L.’.S.’.Alpha e Ômega 3402 Tempo de Estudos
Vícios
M.’.M.’. Paulo Henrique Cunha – 257847 Uberlândia,03 de Setembro de 2.013
1- Introdução
Os iniciados na sagrada Arte Real são, por definição, legítimos construtores sociais que buscam incansavelmente o aprimoramento da Humanidade. Trilhando suas vidas exclusivamente pelo caminho da luz, atingem a evolução moral ao longo dos árduos anos de estudos que fazem parte do justo processo de aprendizagem. Os chamados Pecados Capitais, estabelecidos pela tradição Cristã, famosos e onipresentes em diversas formas de manifestações culturais do Ocidente, descrevem alguns comportamentos que devem estar permanentemente proscritos da Ordem do Dia de todos que trabalham em prol da virtude. Quando estes elementos atuam de forma eficaz podem facilmente desviar a vítima do caminho do bem, levando-o a uma situação de caos. Esta condição pode ocorrer com os não iniciados, mas jamais com um Irmão. Conhecendo os verdadeiros mistérios da sabedoria ancestral, os Maçons se mostram imunes às incursões destas terríveis fraquezas capitais, por uma simples questão de exclusão: ou se é Maçom, portanto livre destes infortúnios, ou não se é. Não há meio termo, não há área de penumbra – só luz ou sombras. A teoria que propomos nesta breve reflexão se refere justamente a uma das formas com que esta poderosa resistência, que isola e protege espiritualmente os Obreiros , se cristaliza no interior de nossos Templos. Tal barreira ao mundo das trevas é representada, em nossa tese, pelo simbolismo agregado a determinadas funções em Loja, assumidas temporariamente por alguns bravos Irmãos, que seriam o Venerável Mestre, o Mestre de Cerimonias, o Guarda do Templo, o Orador, os Vigilantes, o Irmão Hospitaleiro e o mais jovem Aprendiz. O objetivo deste trabalho é recapitular as características principais de cada Pecado Capital, como um pequeno exercício de reciclagem doutrinária, e em seguida demonstrar como as Poderosas Colunas vivas acima elencadas apresentam mais este intrigante significado simbólico – de defensores absolutos contra estes sete indesejáveis descaminhos da alma humana.
2- Origem dos Pecados Capitais
Por volta do século IV os primeiros teólogos da Religião Cristã perceberam que se tornava importante estabelecer alguns critérios para nortear a vida religiosa e secular dos fiéis. Os instintos primários deviam ser controlados, pois o exercício pleno das vontades individuais resultava em ações que nem sempre se alinhavam com a moralidade espiritual. Os estudiosos clericais da época se debruçaram com afinco sobre esta questão. Inicialmente classificaram as atitudes desaconselháveis aos fiéis em duas categorias distintas: existem os pecados leves ou perdoáveis e os pecados mortais também conhecidos como imperdoáveis. Neste segundo grupo, que abrange os desvios mais sérios ou capitais, o perdão aos infiéis só seria possível através da confissão. O monge Evágrio do Ponto (345 a 399 d.C.), grande filósofo e doutrinador grego, estabeleceu a primeira lista dos pecados capitais, também chamados por ele de “crimes humanos” :Gula, Luxúria, Avareza, Ira, Vaidade, Soberba, e Acedia. O pior de todos seria a Soberba, pois resume o homem a uma visão exclusiva de si mesmo. Para ele, quanto mais egocêntrista fosse a atitude, como neste caso, mais mortal e imperdoável seria o vício. Esta relação prosperou até meados do século VI, quando o Papa Gregório realizou algumas alterações. Trocou Acedia por Melancolia, incorporou Orgulho à Vaidade, e acrescentou a terrível Inveja. Passados mais alguns séculos, São Tomás de Aquino (1225 a 1274 d.C.), o frade dominicano considerado o principal teólogo da Escolástica, se voltou a esta questão. A lista asumia a forma que, ainda hoje, é considerada a mais aceita pela tradição católica: Vaidade, Inveja, Ira, Preguiça – que substituiu a melancolia por volta do século XVII- , Avareza, Gula e Luxúria. A ordem é decrescente, em termos de gravidade. Os quatro primeiros sendo considerados pecados da alma, e os três últimos do corpo. O pecador geralmente exerce vários pecados ao mesmo tempo. É comum observarmos a Vaidade surgindo acompanhada da Inveja e Ira. A Avareza é parceira da Preguiça, a Gula “irmã siamesa” da Luxúria, e assim por diante. A razão para serem sete pecados – ao invés de 6, 8 ou qualquer outra quantidade – é a pergunta que surge com freqüência por todos que se deparam com esta intrigante listagem. Não devemos, neste trabalho, detalhar o sentido místico-esotérico deste numeral porque este aprendizado é desenvolvido ao longo do maravilhoso processo de conquista dos degraus sagrados da escada de Jacó. Mas, apenas para entender um pouco sobre o valor simbólico deste número, podemos citar alguns conjuntos de elementos que se relacionam aos nossos mistérios e à nossa tradição cultural e que se limitam a esta grandeza. Sabemos que sete são ou foram: as colinas de Roma; as cores do arco-íris; os filhos espirituais de Brahma, na tradição hindu; os dias da semana e os que duram as fases da lua; os planos astrais da existência do homem no hinduísmo; os pães distribuídos pelos discípulos de Jesus; as cordas da lira de Orfeu; os deuses da sorte do folclore japonês; os punhados de terra de sete cores diferentes que criaram Adão; os pilares da sabedoria; os chakras energéticos do Yoga; as vacas ou espigas dos sonhos do faraó interpretados por José, no Egito; as maravilhas do mundo antigo; os filhos de Neobe; os reis que atacaram e os que defenderam Tebas; os braços do candelabro hebreu; os cruzamentos da serpente no caduceu originário; os sacramentos da Igreja Católica; os metais alquímicos; as hierarquias celestiais da Cabala; os palmos necessários para formar um côvado; os paraísos distintos do Islamismo; os corpos celestes visíveis a olho nu; os pórticos e portas do grande templo sumério, erigido em 2.500 a.C; os anjos celestiais , e mais uma infinidade de achados nos diversos campos do conhecimento que se associam a este fabuloso e perfeito número, que tanto fascina e intriga os místicos de todos os tempos.
3- Os Pecados Capitais
3.1-Vaidade
Também conhecida como Soberba, é o mais terrível de todos os pecados. Para Tomás de Aquino deveria ser classificada como um mal a parte, tal seu caráter maléfico e perverso. É o estado de espírito em que a pessoa se considera superior aos outros, seja no aspecto estético, intelectual, social ou econômico. O infeliz tem uma imagem distorcida da realidade e do próprio ambiente em que vive. Neste delírio, exagera suas qualidades e minimiza suas limitações.O vaidoso tem sede de poder, de conquistar e de querer aparecer a todo custo, mesmo que tenha que sacrificar todos os princípios éticos e morais. Na Maçonaria este sentimento não se manifesta, porque a Humildade , virtude antagônica da vaidade, é característica intrínseca e indissolúvel da alma maçônica. Sabemos que todos são rigorosamente iguais perante a Ordem. Mesmo que gualgue, com todos os méritos, os degraus da escada de Jacó e se cubra das mais fulgurantes glórias da vida profana o Obreiro nunca será dominado pelo ego inflado ou corrompido. Este se manterá 
inalterado no mesmo patamar em que se encontrava no inicio de sua jornada, como no dia de sua iniciação: na mais plena serenidade e equilíbrio. O símbolo que representa a resistência absoluta a esta desgraça é o ocupante momentâneo do Trono de Salomão. O Irmão Venerável Mestre representa a exata perspectiva de nulidade total da Soberba ou Vaidade. O maestro dos trabalhos, que também administra a burocracia profana da Oficina, sabe e aceita o fato de estar no mesmo nível de qualquer Obreiro, mesmo o mais jovem Aprendiz.Por isso, toda vez que voltarmos nossos olhares a este querido Mestre, com tantas responsabilidades mas ciente da igualdade maçônica que o circunscreve, percebemos em cada gesto, em cada palavra, o exemplo máximo de ausência total de vaidade. É a emanação iluminada da Humildade, do verdadeiro despreendimento total de qualquer forma de Orgulho profano.
3.2- Inveja
A chamada “arma dos incompetentes”, é o segundo pior drama da alma humana. O invejoso se compara desfavoravelmente a determinadas pessoas ou com a uma em especial, quanto ao seu status, sua situação sócio-econômica, suas capacidades intelectuais, culturais ou qualquer outro atributo que julgue superior ao seu. Para destruir esta vantagem do próximo, o desolado passa a questionar os méritos do outro e a inflacionar seus defeitos.É um efeito direto das feridas narcísicas e do egocentrismo afetado. Existe uma impossibilidade de admirar as conquistas alheias, que geram uma lascerativa sensação de injustiça. Quando relacionado apenas ao plano material, pode ser chamada de cobiça. Para muitos, a principal manifestação tangível deste inferno espiritual seria apenas o olhar carregado – como dizia Shakespeare em Otelo, o indivíduo “tem o olhar verde” de inveja. O Obreiro da Arte Real está totalmente imunizado contra a Inveja. Pelo contrário, sempre deseja que o próximo se desenvolva e cresça em todos os aspectos da melhor forma possível. Não há espaço para este mal em nossas Colunas. Toda conquista ou vitória, seja na carreira maçônica ou na vida profana, é comemorada efusivamente por todos da Oficina, e por toda universalidade de nossa Ordem. E, considerando que os Maçons são caridosos por vocação, e como a Caridade é o extremo oposto da Inveja, não é possível ocorrer ambas as manifestações em uma mesma pessoa. O combate à Inveja é recordado, em Loja, pelos Irmãos mais novos ou por aqueles que não têm cargos, pois permanecem nas Colunas apenas assistindo o desempenho daqueles que aceitaram as responsabilidades e atribuições das funções de maneira feliz, alegre e serena. Suas posturas tranqüilas lembram que para nós, o que seria Inveja se transforma em votos de sucesso e prosperidade. Em uma sociedade profana isto não é possível. Em especial, o Aprendiz mais jovem personifica este ideal, e é o nosso baluarte na luta pela expulsão inquestionável da Inveja de nossa Fraternidade.
3.3-Ira
É a manifestação dos traumas, frustrações e humilhações acumulados por toda vida de forma primitiva, bruta e momentânea. As desilusões e incorfomidades que fomentam os dramas de uma existência medíocre e frustrante, aos olhos do irado, se transformam em uma explosão repentina de emoções exageradas. Carregada de rancor, ódio e raiva, esta tensão desemboca em atitudes agressivas. Reflete, no fundo, uma desadaptação ao mundo real, ou à própria persona – a verdadeira ausência do gnothi saulton dos gregos, que podemos traduzir como a falta de conhecimento de si mesmo. Sendo caracterizado pela total inexistência de serenidade, paciência e paz interior, este estado alterado transborda em um desejo agudo de destruir, irracionalmente. Vemos pela descrição acima que os Irmãos jamais vão manifestar este nefasto desvio de conduta. É condição essencial que todos sejam absolutamente ponderados, tranqüilos e pacíficos em todos os momentos da vida, seja na convivência social ou fraterna, mesmo quando surgem as piores situações. Os Irmãos Vigilantes representam o controle incansável da Ira, uma vez que além de serem os pilares-mestres da Oficina – juntamente com o Venerável Mestre – têm a função de manter a ordem e a tranqüilidade necessárias aos momentos de meditação, necessários aos nossos trabalhos. Sempre que um Vigilante reverbera o malhete, todos em Loja se lembram que a serenidade se impõe acima de qualquer sentimento, e que Ira é tema para o mundo profano.
3.4- Preguiça
Quarto e último pecado relativo à alma, se caracteriza fundamentalmente pela procrastinação, ou seja, pelo adiamento voluntário de alguma ação que deveria ser feita imediatamente. Quando esta postura torna-se repetitiva, temos um quadro de aversão ao trabalho, ao esforço físico e/ou mental, bem como demonstra-se um profundo descaso com a eficiência pessoal e profissional, que impede a dinâmica normal da vida. Geralmente o preguiçoso perde o senso de responsabilidade, levando a uma situação de desleixo, negligência e morosidade em todas as tarefas básicas que deveria desempenhar. Fica sem ação nos momentos decisivos, e geralmente atribuem a fatores externos a razão de sua incompetência. Associada ao ócio, vadiagem e “fragilidade de caráter” , pode estar acompanhada da Inveja e gerar momentos de Ira. Alguns pesquisadores atribuem a existência deste vício à falta de resistência moral e psicológica para enfrentar as vicissitudes da vida, pois o preguiçoso típico não se constrange com a situação de inanição em que se encontra. A preguiça se manifesta também na falta de disposição para estudar, ler, aprender e assimilar novas idéias e conceitos. As desculpas “não preciso aprender mais nada” , ou o “já sei tudo” são lugar-comum na vida do infeliz. Estes sinais caracterizam o comodismo mental, que traz muitos prejuízos às situações profissionais e acelera a perda de objetividade e sentido das vidas em geral. É o Mestre-de-Cerimônias que simboliza a imunidade contra a preguiça, pois suas atribuições demandam presteza, disposição, diligência, concisão e o máximo de objetividade em todas as tarefas. Quando observamos seu ritmo de trabalho, notamos em cada procedimento um lembrete para que todos permaneçam, diuturnamente, em Pé e a Ordem para o labor e o estudo maçônico, atitudes fundamentais para a adequada evolução pelos caminhos da perfeição.
3.5- Avareza.
É o primeiro dos chamados pecados do corpo. Sinônimo de apego exagerado ao dinheiro e, secundariamente, aos bens materiais, é associado à ganância exacerbada por possuir e manter coisas pelo simples fato de ter. O dinheiro deixa de ser o meio para ser o fim: sua acumulação torna-se o objetivo principal da vida, sacrificando-se assim a satisfação de outras necessidades.O avaro precisa ter a noção de que pode, se quiser, comprar aquilo que as pessoas mais abastadas financeiramente conquistaram. Aqui percebemos algo de comum com a Inveja e Vaidade. E o pior de tudo: o avarento não valoriza qualidades ou elementos intangíveis, essenciais à vida saudável – como inteligência, cultura, arte, estética, amor, paz de espírito, etc – pois não podem ser convertidos em dinheiro. O Maçom nunca é avarento, pois não se apega ao dinheiro e muito menos aos bens materiais. A Generosidade, o oposto da avareza, é um dos traços de personalidade mais marcante no Obreiro, e se manifesta na boa vontade quando vai contribuir no Tronco de Solidariedade, nas ações filantrópicas exercidas pelas Oficinas e no dia a dia de sua vida profana. O Irmão Hospitaleiro é quem nos lembra que a Avareza é inexistente em Loja. A meritória atuação deste Obreiro, que se preocupa com o bem estar dos Irmãos, das cunhadas, dos sobrinhos, e de todos que necessitam de ajuda, e que para isso gerencia os recursos do Tronco, já ratifica que Avareza e Maçonaria são absolutamente excludentes.
3.6-Gula
Apesar de muitos considerarem este drama como exclusivamente relacionado ao apetite desenfreado por comida, seu sentido vai muito além dos simples prazeres gastronômicos. O desejo incontrolável por ter ou acumular mais do que precisa, seja o que for, é o traço típico do guloso. A Gula pelo poder, por querer aparecer mais do que merece, pelo dinheiro e por se impor social e pessoalmente, são comuns nestes casos. Percebemos que o guloso sempre se vê como um fraco, ou como um derrotado e frustrado por não ter suas espectativas de vida satisfeitas. Então, quando algum fator lhe é disponibilizado, tende a exagerar na “ingestão”do mesmo, seja comida, bens de consumo ou algum instrumento ilusório de poder . A Gula é banida de nossas Colunas, pois todos Maçons são comedidos nos momentos que poderiam sucumbir às tentações da vontade. A temperança, auto-controle, moderação e serenidade são atributos básicos dos Irmãos. Todos sabem a parte real que lhe cabe, e se limitam a isso, seja em termos de alimentos – nas ágapes fraternais, que transcorrem na mais absoluta paz, respeito e harmonia- ou nas questões de qualquer natureza que envolvam os assuntos da Ordem. O Irmão Orador simboliza nossa eterna batalha e vitória contra este instinto, pois atua no sentido de que todos tenham exatamente o que lhes é devido. É a aplicação da justiça e dos regulamentos, que a todos trata da mesma forma, impossibilitando a manifestação deste intrigante vício entre Colunas.
3.7-Luxúria
É um transtorno que vai muito além das questões relativas à sexualidade. Significa se entregar aos pequenos prazeres “carnais” ou físicos, à corrupção dos costumes e à quebra das tradições. Quando a pessoa se deixa levar pelos instintos primários mais elementares, está cedendo aos caprichos da Luxúria. Na Maçonaria a barreira à luxúria se manifesta, em termos de paramentos, no magnífico simbolismo do avental. Um dos significados desta peça de uso obrigatório está associado à neutralização dos Chakras ou centros de energia que por ele são cobertos. O avental é um talismã ou escudo contra as tentações mais primitivas, representadas pelos pontos que se localizam no baixo ventre. Como todos usam avental nas Sessões, estão livres destas fraquezas. Assim podem se dedicar apenas aos estudos e aprimoramentos intelectuais e morais essenciais ao processo de evolução. O Irmão Guarda do Templo representa outro escudo contra as eventuais tentativas de penetração da Luxúria nos trabalhos da Ordem, pois impede a entrada de elementos profanos ao Templo. Em nossos trabalhos imperam os efluxos do mundo sagrado do subconsciente, da alma e espírito, e as pulsões do mundo profano, voltadas ao consciente, dentre os quais pode estar a manifestação dos desejos mais rudimentares, obrigatoriamente ficam do pórtico para fora. Cada vez que o guardião brande sua espada, os Irmãos se sentem seguros e absolutamente protegidos das agruras externas.
4- CONCLUSÃO
Após esta pequena reflexão, concluímos que: 4.1- Os terríveis pecados capitais, aqui relembrados, e o ideal maçônico, que é a essência de nosso universo simbólico, se relacionam através de uma simples equação excludente: o Obreiro da Arte Real deve se manter absolutamente inacessível a estas fraquezas Não há espaço, entre Colunas, para comportamentos que sejam minimamente similares a estes vícios da alma . 4.2- Para reforçar este paradigma, garantindo a inviolabilidade de nossos espaços consagrados, a tradição simbólica dos tempos ancestrais nos apresenta alguns poderosos Irmãos como seus bravos guardiões e eternos defensores do espírito fraternal contra estes e quaisquer outros desvios de conduta, que poderiam distorcer a retidão do caminho a seguir.Estas magníficas ferramentas simbólicas , aqui analisadas, contribuem de maneira decisiva para a manutenção da postura maçônica da forma mais justa e perfeita, seja durante nossos trabalhos ritualísticos, seja quando estamos atuando em nossas vidas profanas. 4.3- A teoria aqui proposta, que se traduz nesta maneira adicional de interpretar o sentido simbólico destas funções ou cargos em Loja, pode contribuir para que todos relembrem, a cada sessão ritualística, nosso dever sagrado de nos mantermos absolutamente concentrados na retidão do caminho a seguir 7 Cavaleiros contra os 7 Pecados M.’.I.’.Carlos Alberto Carvalho Pires A.’.R.’.L.’.S.’. Acácia de Jaú http://maconariabrasil.wordpress.com/vicios/